Telas superfinas 3D chegam ao mercado prometendo exibir objetos, personagens e anúncios que parecem flutuar diante dos olhos, sem necessidade de óculos especiais. A novidade foi apresentada pela startup nova-iorquina Looking Glass Factory e pode transformar exposições, vitrines e painéis publicitários.
Com menos de 2,5 cm de espessura, os chamados displays hololuminescentes (HLD) criam profundidade realista a partir de vídeos convencionais em 2D e suportam resolução 4K nos modelos maiores.
Telas superfinas 3D exibem imagens que flutuam no ar
Como a tecnologia cria efeito de profundidade
O sistema aplica remoção de fundo, sombreamento dinâmico e projeção de luz para reconstruir camadas visuais, gerando a sensação de holografia em tempo real. Todo o processamento é feito por software compatível com editores populares, como o Adobe Premiere Pro, dispensando hardware dedicado.
Especificações técnicas e tamanhos disponíveis
A Looking Glass Factory disponibilizará três versões em orientação retrato:
- 16 polegadas – 1080p – US$ 2.000 (cerca de R$ 10.500);
- 27 polegadas – 4K – US$ 4.000 (aprox. R$ 21.000);
- 86 polegadas – 4K – US$ 20.000 (aprox. R$ 105.000).
Todos os modelos contam com conexões HDMI e USB e aceitam conteúdo em 1080p ou 4K gravado em fundo sólido. A integração plug-and-play facilita a instalação em museus, galerias, aeroportos e shoppings, onde o efeito “flutuante” tende a atrair mais atenção do público.
Quando e onde os displays HLD chegam
De acordo com a empresa, as versões de 16 e 27 polegadas estarão à venda até o fim de 2025, enquanto a tela gigante de 86 polegadas deve estrear em fevereiro de 2026. A startup já negocia parcerias com instituições culturais dos Estados Unidos e da Europa para primeiras implementações.

Imagem: Divulgação
Aplicações práticas além da publicidade
Embora não substituam televisores residenciais, os painéis HLD abrem espaço para experiências interativas em:
- Exposições de arte e museus, exibindo peças giratórias em 3D;
- Lojas de varejo, com produtos virtuais manuseáveis pelo olhar;
- Eventos corporativos, onde logotipos e gráficos podem “sair” da tela;
- Entretenimento, criando personagens virtuais que dialogam com visitantes.
Para quem busca novas formas de impactar o público sem recorrer a óculos de realidade virtual, as telas superfinas 3D despontam como opção de fácil implementação e alto impacto visual.
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Com informações de Olhar Digital

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

