Sete celulares com bom custo-benefício para iniciar 2026 com aparelho novo

Ao se aproximar a virada do calendário, muitos consumidores aproveitam o momento simbólico para atualizar itens de uso diário. Entre eles, o smartphone ocupa posição central por concentrar comunicação, trabalho, estudo e entretenimento. Dentro desse contexto, sete modelos disponíveis no mercado brasileiro foram apontados como escolhas de bom custo-benefício a partir de preços pesquisados em dezembro de 2025. A seleção cobre aparelhos de entrada, intermediários e premium, todos já compatíveis com necessidades atuais como redes 5G, câmeras de alta resolução e baterias de longa duração.

Como a seleção foi elaborada

Os modelos listados reúnem três critérios principais: preço praticado em grandes varejistas on-line no último mês de 2025, conjunto de especificações equilibrado para o segmento e presença de recursos considerados indispensáveis em seus respectivos patamares de preço. Para cada aparelho, foram observados processador, capacidade de memória, autonomia de bateria, qualidade de tela, sistema fotográfico e, quando disponível, tecnologias complementares como NFC para pagamentos por aproximação. A lista não apresenta ranking; os dispositivos são descritos individualmente para ajudar o leitor a entender qual se encaixa melhor no perfil de uso.

1. Samsung Galaxy A16 5G – especificações essenciais a baixo custo

O Galaxy A16 5G representa a faixa de entrada da fabricante sul-coreana e tem preço registrado em R$ 809. O modelo entrega acesso às redes móveis de quinta geração, fato ainda pouco comum na mesma faixa de valor. O conjunto fotográfico é composto por três sensores, liderados por uma câmera principal de 50 megapixels. Nos pagamentos sem contato, o aparelho se vale da presença de NFC. Em desempenho, o processador Exynos 1330 trabalha a até 2,4 GHz, acompanhado de 4 GB de RAM e 128 GB de armazenamento interno.

O componente de energia tem 5.000 mAh; apesar da capacidade respeitável, parte dos usuários aponta que a autonomia prática poderia ser maior. Em avaliações coletadas no varejo, o dispositivo recebeu 4,6 de 5 estrelas, com destaque positivo para o equilíbrio entre preço e funções, além da fluidez na navegação. Por outro lado, a bateria foi o ponto mais criticado.

Pontos fortes: suporte a 5G, NFC e conjunto de câmeras de 50 MP em aparelho econômico.
Pontos a observar: autonomia de energia considerada modesta para 5.000 mAh.

2. Xiaomi Redmi 15 – bateria de 7.000 mAh e tela de 6,9 polegadas

Com valor de R$ 1.126, o Redmi 15 chama atenção pela bateria de 7.000 mAh compatível com recarga de 33 W, combinação que promete até dois dias de uso moderado segundo a fabricante. O processador Snapdragon 685, de até 2,8 GHz, trabalha em parceria com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Na interface de exibição, a tela LCD mede 6,9 polegadas, oferece resolução FHD+ e taxa de atualização de 144 Hz.

O módulo fotográfico utiliza sensor principal de 50 MP. Entre as ressalvas, alguns compradores sentem falta de uma lente ultrawide e apontam qualidade de áudio inferior ao esperado. Nem todas as variantes trazem NFC, informação relevante antes da compra. O aparelho acumula média de 4,8 estrelas em avaliações on-line, elogiado por fluidez, design e autonomia.

Pontos fortes: bateria extensa, tela com 144 Hz, 8 GB de RAM e preço competitivo.
Pontos a observar: ausência de ultrawide, áudio simples e versões sem NFC.

3. Motorola Moto G56 – robustez certificada para uso intenso

O Moto G56 parte de R$ 1.172 e se distingue pela construção reforçada. O dispositivo porta certificação militar MIL-STD, que atesta resistência a condições extremas de temperatura, vibração, altitude e quedas, além de classificação IP69 contra jatos de água de alta pressão e poeira. No interior, trabalha o chip MediaTek Dimensity 7060 de 2,6 GHz, juntamente com 8 GB de RAM e 256 GB de espaço interno.

A tela de 6,72 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. O sensor principal de 50 MP, em parceria com a Sony, compõe o sistema de câmera traseira. A bateria de 5.200 mAh figura entre os recursos mais citados positivamente, ainda que parte dos usuários relate menor duração do que o número sugere. Outras queixas comuns incluem presença de aplicativos pré-instalados (bloatware).

Pontos fortes: resistência física, certificações completas, navegação fluida e custo-benefício.
Pontos a observar: aplicativos de fábrica em excesso e autonomia de bateria considerada limitada por alguns usuários.

4. Xiaomi Poco M7 Pro – configuração voltada a jogos de média demanda

Custando R$ 1.425, o Poco M7 Pro é direcionado a quem procura desempenho sólido em games sem alcançar preços topo de linha. O processador Dimensity 7025-Ultra de 2,5 GHz divide tarefas com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,67 polegadas exibe resolução Full HD+, taxa de 120 Hz e pico de brilho de 2.100 nits, atributos que favorecem sessões de jogo e consumo de mídia.

No conjunto óptico, a câmera traseira principal oferece 50 MP e a frontal, 20 MP. Já a bateria de 5.110 mAh complementa o pacote. Usuários elogiam performance em jogos leves e médios, usabilidade geral e resultado fotográfico. Críticas mencionam excesso de bloatware e a limitação para gravação máxima em Full HD, sem suporte a 4K.

Pontos fortes: tela AMOLED de alto brilho, fluidez para jogos intermediários, câmeras competentes.
Pontos a observar: ausência de gravação em 4K e softwares pré-instalados.

5. Realme 12 Pro+ – destaque fotográfico entre os intermediários avançados

No patamar de R$ 2.001, o Realme 12 Pro+ foca no público que prioriza fotografia. O sistema traseiro combina lente principal de 50 MP, ultrawide de 8 MP e telefoto de 64 MP com estabilização óptica. São oferecidos zoom óptico de até três vezes, zoom de sensor de até seis vezes e superzoom que atinge 120 vezes. A câmera frontal tem 32 MP.

O processador Snapdragon 7S Gen 2 roda a 2,4 GHz, auxiliado por 12 GB de RAM. O painel OLED mede 6,7 polegadas com resolução Full HD+. Há NFC e compatibilidade com 5G. Segundo compradores, a fluidez do sistema e a velocidade de carregamento são pontos altos; já a bateria, sem valor divulgado além do relato de pouca duração prática, é o motivo recorrente de reclamação.

Pontos fortes: zoom avançado, 12 GB de RAM, tela OLED e recarga rápida.
Pontos a observar: duração de bateria abaixo do esperado para uso prolongado.

6. Samsung Galaxy S25 FE – desempenho avançado em versão mais acessível da linha

O Galaxy S25 FE aparece por R$ 3.098 e oferece hardware próximo ao topo de linha com preço reduzido frente aos modelos principais da série. O chipset Exynos 2400 opera a 3,39 GHz em conjunto com 8 GB de RAM e 256 GB internos. A tela de 6,7 polegadas exibe resolução Full HD+ e 120 Hz, garantindo experiência visual fluida.

O conjunto de câmeras inclui sensor de 50 MP, ultrawide de 12 MP, telefoto de 8 MP e frontal de 12 MP. Carregamento rápido ameniza a capacidade de 4.900 mAh, considerada limitada por parte dos usuários. Avaliações destacam design, desempenho em jogos e fotografia. A curta duração de energia surge como principal ressalva.

Pontos fortes: processador veloz, tela responsiva, câmera versátil e recarga ágil.
Pontos a observar: bateria de 4.900 mAh com autonomia reduzida.

7. Apple iPhone 16e – entrada no ecossistema iOS com chip A18

Fechando a lista, o iPhone 16e é oferecido a R$ 3.689 e se posiciona como o mais acessível da linha Apple em 2025. O chip A18 utiliza dois núcleos de 4,04 GHz para desempenho e quatro núcleos de 2,42 GHz para eficiência, resultando em fluidez no sistema iOS. A tela OLED de 6,1 polegadas traz resolução de 2.532 × 1.170 pixels e 60 Hz.

O sensor traseiro único possui 48 MP, enquanto a câmera frontal conta com 12 MP. A empresa não divulga a capacidade nominal da bateria, mas afirma autonomia de até 26 horas de reprodução de vídeo. Usuários valorizam o tempo de uso, a robustez do design e a facilidade de configuração. As ausências de lente ultrawide e do recurso Dynamic Island são mencionadas como limitações.

Pontos fortes: desempenho do chip A18, bateria com longa reprodução de vídeo, construção sólida.
Pontos a observar: falta de Dynamic Island e sistema fotográfico sem opção ultrawide.

Considerações finais sobre a atualização para 2026

Os sete smartphones listados cobrem diferentes faixas de preço e perfis de uso. Do Galaxy A16 5G, indicado a quem busca gastar pouco, ao iPhone 16e, voltado ao consumidor que quer ingressar no ecossistema Apple por valor relativamente menor, cada opção oferece recursos alinhados às exigências de 2026: redes 5G, armazenamento de pelo menos 128 GB, câmeras de 48 MP ou mais e baterias que, mesmo quando contestadas em autonomia, contam com carregamento rápido ou longa durabilidade nominal. Os preços apurados em dezembro de 2025 servem como referência e podem variar de acordo com promoções e disponibilidade nos estoques durante o início do novo ano.

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