Segunda temporada de “Hijack” estreia em 14 de janeiro de 2026 e promete novo sequestro agora no metrô de Berlim

O serviço de streaming Apple TV+ confirmou que a saga de suspense “Hijack” retornará com oito novos episódios a partir de 14 de janeiro de 2026. A série, que ganhou notoriedade ao retratar em tempo real o sequestro de um avião, desloca a tensão para o subterrâneo europeu: um trem do metrô de Berlim e seus passageiros tornam-se alvo de criminosos enquanto autoridades correm contra o relógio para evitar uma tragédia. Idris Elba, vencedor do SAG Award e indicado ao Emmy, volta ao papel de Sam Nelson, negociador que mais uma vez é empurrado para o centro de uma crise em que um único erro pode custar centenas de vidas.

Calendário de lançamento global

A segunda temporada foi estruturada em oito capítulos. Os dois primeiros serão disponibilizados simultaneamente em 14 de janeiro de 2026, uma quarta-feira. A partir daí, os episódios remanescentes chegarão ao catálogo em sistema de lançamento semanal até 25 de fevereiro do mesmo ano, mantendo o formato adotado anteriormente pelo serviço. Com essa estratégia, o Apple TV+ reforça o hábito de liberar conteúdo em ritmo seriado, estimulando debate recorrente nas redes sociais e prolongando a visibilidade do título por quase dois meses.

Ao optar pela estreia dupla, a plataforma busca repetir o impacto da temporada inaugural: apresentar rapidamente o novo conflito, engajar o público desde o primeiro dia e, em seguida, sustentar o interesse por meio de episódios subsequentes semanais. A decisão de encerrar o ciclo em 25 de fevereiro oferece um cronograma claro, permitindo que espectadores planejem a maratona e que campanhas de marketing delimitem ações específicas para cada etapa de divulgação.

Cenário e premissa da nova crise

Desta vez, o sequestro ocorre em um trem do metrô que percorre a capital alemã. O ambiente fechado, subterrâneo e em constante movimento adiciona camadas de complexidade à narrativa. Dentro dos túneis, fatores como sinalização limitada, dificuldade de acesso de equipes táticas e presença de passageiros incapacitados ampliam o risco de colisões, explosões ou simples pânico generalizado. Enquanto isso, na superfície, forças de segurança precisam coordenar ações sem visibilidade direta do que ocorre nos vagões, tornando qualquer tomada de decisão particularmente delicada.

O texto oficial da produção destaca que “uma decisão errada pode significar um desastre”. Essa premissa indica que a dinâmica vista no primeiro ano — suspense construído em tempo real, obstáculos logísticos e dilemas morais envolvendo reféns e negociadores — será preservada, mas transportada para uma infraestrutura ferroviária que, em Berlim, atende milhões de pessoas diariamente. O resultado esperado é um jogo de tensão que combina claustrofobia, restrição de tempo e a ameaça permanente de violência.

Sam Nelson retorna ao epicentro da ação

Idris Elba volta a interpretar Sam Nelson, profissional de mediação de crises que, mesmo tentando retomar a vida após o sequestro aéreo, se vê comprometido novamente quando a situação no metrô o envolve diretamente. Embora detalhes adicionais do enredo permaneçam em sigilo, o material divulgado confirma que Nelson estará “a bordo” da composição tomada por criminosos, ou seja, em contato físico direto com reféns e sequestradores. A experiência acumulada na primeira temporada deve influenciar, positiva ou negativamente, suas escolhas sob pressão extrema.

A permanência de Elba no projeto reforça a identidade da série, já que o ator foi indicado ao Emmy pela performance inicial e ajudou a estabelecer a verossimilhança do enredo. Além de protagonizar, ele continua assinando a produção executiva, papel que lhe confere influência criativa no desenvolvimento do roteiro e na construção de cenas de alta tensão.

Elenco: rostos conhecidos e novas adições

O núcleo principal visto anteriormente retorna quase completo. Christine Adams, Max Beesley e Archie Panjabi reassumem personagens que, na primeira temporada, contribuíram para a condução da narrativa a partir de diferentes frentes — familiares dos reféns, autoridades e especialistas em segurança. Essas figuras fornecem continuidade emocional, permitindo que o público acompanhe as consequências psicológicas dos eventos passados.

Paralelamente, a segunda temporada incorpora novos talentos. Entre eles estão Christian Näthe, Clare-Hope Ashitey, Lisa Vicari, Toby Jones, Karima McAdams e Christiane Paul. A presença de intérpretes com experiências variadas em cinema europeu e britânico sugere ampliação do escopo geográfico da história e introdução de perfis de personagens alinhados à ambientação berlinense. Nomes como Toby Jones, conhecido por papéis que exigem nuance dramática, podem contribuir para retratar autoridades governamentais ou especialistas técnicos envolvidos na operação de resgate.

Comando criativo e bastidores da produção

George Kay e Jim Field Smith, idealizadores da série, continuam responsáveis pela concepção dos roteiros e pela supervisão geral. Ambos atuam como produtores executivos pela Idiotlamp Productions, mantendo o mesmo arranjo profissional que conduziu a primeira temporada. Jamie Laurenson, Hakan Kousetta e Tom Nash, da 60Forty Films, reforçam o time de produção executiva, garantindo suporte logístico e financeiro para cenários internacionais, efeitos práticos e cronograma de filmagem que deve cobrir locações no sistema de transporte berlinense.

Jim Field Smith também permanece como diretor principal, posição que lhe confere controle sobre ritmo, escolha de enquadramentos e direção de elenco. A continuidade na liderança criativa costuma ser apontada como fator determinante para manter coesão tonal entre temporadas, algo particularmente relevante em histórias contadas em tempo real, onde cada minuto na narrativa corresponde a aproximadamente um minuto de exibição.

Recepção da primeira temporada e expectativa do público

A fase inaugural alcançou rapidamente selo de aprovação elevado em avaliações agregadas, qualificando-se como ‘Certified Fresh’ no Rotten Tomatoes. Tal desempenho refletiu na expansão da base de assinantes que acompanharam semanalmente o desenvolvimento do sequestro aéreo. A combinação de tensão constante, duração curta de temporada e decisão de exibir episódios em intervalos de sete dias gerou engajamento sustentado, fator que agora serve de parâmetro para a estratégia de lançamento do novo ano.

O reconhecimento crítico também se converteu em indicações para premiações televisivas, inclusive a já mencionada nomeação de Idris Elba ao Emmy. Com esses elementos, a expectativa em torno da segunda temporada é elevada, tanto por parte da audiência quanto de especialistas em entretenimento que acompanham o desempenho de conteúdos originais de plataformas de streaming.

Disponibilidade do Apple TV+ e opções de assinatura

O Apple TV+ pode ser acessado por meio do aplicativo Apple TV em mais de cem países e regiões, abrangendo dispositivos como iPhone, iPad, Apple TV e Mac. Usuários de equipamentos Android, televisores inteligentes de diferentes fabricantes, reprodutores de mídia Roku, Amazon Fire TV, Chromecast com Google TV, além de consoles PlayStation e Xbox, também encontram o serviço disponível em suas respectivas lojas de aplicativos ou interfaces nativas.

No Brasil, a assinatura mensal custa R$ 29,90 e inclui um período experimental gratuito de sete dias. Há ainda uma oferta promocional válida por tempo limitado: ao adquirir e ativar um novo iPhone, iPad, Apple TV ou Mac, o consumidor recebe três meses de acesso sem custo adicional. Para quem prefere unificar pagamentos, o Apple TV+ compõe o pacote Apple One, que agrega outros serviços digitais da empresa em um único plano recorrente.

Relevância estratégica para o catálogo do streaming

Produções seriadas de suspense em tempo real têm se mostrado eficazes para reter assinantes, pois incentivam discussões semanais, teorias de fãs e cobertura contínua pela imprensa. No caso de “Hijack”, a manutenção da fórmula, agora em cenário ferroviário, procura evitar repetição exaustiva ao mesmo tempo em que preserva a sensação de urgência que caracterizou o primeiro ciclo. O envolvimento de um elenco reconhecido internacionalmente, somado ao capital crítico já conquistado, posiciona a série como peça-chave na programação de início de ano do Apple TV+ em 2026.

Com oito capítulos programados, estreia global simultânea em 14 de janeiro e desfecho agendado para 25 de fevereiro, a nova temporada entrega cronograma fechado que facilita campanhas publicitárias, entrevistas escalonadas do elenco e análises semanais de especialistas. Para o espectador, o planejamento oferece previsibilidade sem abrir mão da expectativa que costuma acompanhar suspenses episódicos.

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