Samsung Galaxy Z Flip 7 estreia como a aposta mais compacta da marca para 2025, trazendo corpo mais delgado, tela externa ampliada e bateria maior sem abrir mão da resistência IP48.
O novo dobrável foi testado para avaliar se o conjunto de melhorias — que inclui Android 16 de fábrica e promessa de sete anos de atualizações — basta para mantê-lo no topo dos celulares flip.
Samsung Galaxy Z Flip 7 chega mais fino e potente
Design e construção refinados
Aberto, o aparelho mede 166,7 x 75,2 x 6,5 mm e pesa 188 g; fechado, fica em 85,5 x 75,2 x 13,7 mm. A moldura em alumínio e a cobertura em Gorilla Glass Victus 2 reforçam a sensação premium, enquanto a certificação IP48 protege contra respingos e partículas sólidas de maior tamanho.
A leve mudança de proporção tornou o Z Flip 7 um pouco mais largo e alto que seu antecessor, permitindo telas internas e externas maiores sem comprometer a portabilidade.
Telas maiores e mais fluidas
No interior, o painel OLED LTPO de 6,9″ oferece resolução de 2520 × 1080 p e taxa variável de 1 a 120 Hz, alcançando pico de brilho medido em 1.340 nits. Já o display externo, agora de 4,1″ (1048 × 948 p), também adota 120 Hz para navegação mais suave e envolve os sensores de câmera.
Embora a área útil tenha crescido, a interface da Samsung limita a flexibilidade: de fábrica, a Cover Screen executa apenas widgets, exigindo recurso “Labs” ou o app MultiStar para abrir outros aplicativos.
Software atualizado por sete anos
Rodando Android 16 com One UI 8, o Galaxy Z Flip 7 supera rivais diretos em longevidade: a fabricante promete sete anos tanto de atualizações de versão quanto de patches de segurança. Durante o setup, porém, é obrigatória uma conexão de internet, e os testes encontraram 8 apps de terceiros pré-instalados, ocupando 37,1 GB do armazenamento inicial.
Desempenho consistente com Exynos 2500
Equipado com processador Samsung Exynos 2500, 12 GB de RAM LPDDR5x e opções de 256 GB ou 512 GB UFS 4.0, o modelo entregou respostas rápidas no dia a dia. Em benchmarks, ficou atrás do Snapdragon 8 Elite em AnTuTu e 3DMark Wild Life, mas foi competitivo em Geekbench e demais testes 3DMark.
Em jogos, a GPU AMD Radeon manteve taxas adequadas, embora sessões prolongadas elevem a temperatura e forcem a redução de performance para evitar superaquecimento.
Câmeras mantêm dupla traseira de 50 MP
O conjunto fotográfico repete a fórmula do Flip 6: sensor principal de 50 MP (f/1.8, OIS), ultra-wide de 12 MP (f/2.2) e câmera interna de 10 MP (f/2.2). A ausência de lente tele é compensada por zoom digital de até 10×, com resultados aceitáveis até 2×.

Imagem: tais como UOL e Softic
Em boa luz, as imagens mostram cores fiéis e alto nível de detalhes; à noite, o modo noturno corrige ruídos, especialmente na ultra-wide, que sofre com sensor menor. Para selfies, utilizar a câmera principal com o aparelho semiaberto garante registros mais nítidos e profundidade de campo natural.
Bateria ganha capacidade e mantém carregamento de 25 W
A bateria subiu para 4.300 mAh e, aliada ao processo de 3 nm do chip, sustentou mais de um dia de uso moderado. Testes de recarga com adaptador compatível mostraram 56 % em 30 min e carga completa em 75 min a 25 W. O modelo também suporta 15 W sem fio e carregamento reverso.
Ferramentas de preservação incluem limites de carga (80 / 85 / 90 / 95 %) e pausa noturna para prolongar a vida útil do componente.
Vale a pena?
Para quem busca um smartphone dobrável compacto com longevidade de software e construção robusta, o Samsung Galaxy Z Flip 7 aparece como opção mais completa da categoria em 2025. Ainda assim, o preço elevado e as restrições da Cover Screen podem afastar usuários já satisfeitos com flagships tradicionais ou gerações Flip recentes.
Se interessou pelo universo dos dobráveis? Veja também nosso review detalhado do Galaxy Z Fold 7 em outro artigo do Celular na Mão.
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Com informações de NextPit
META DESCRIÇÃO: Samsung Galaxy Z Flip 7 traz tela externa maior, bateria de 4.300 mAh e sete anos de updates. Confira especificações, desempenho e prós e contras.

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

