O iPhone 17 Pro Max alcançou o primeiro lugar em um comparativo de autonomia que envolveu 35 smartphones, conduzido pela CNET. A liderança obtida pelo modelo topo de linha da Apple ocorreu em dois cenários de uso definidos pelos avaliadores: três horas contínuas de streaming de vídeo via Wi-Fi, com brilho máximo de tela, e 45 minutos de atividades variadas que uniram games, videochamada e vídeo sob demanda. Ao fim dos testes, a média geral apontou a Apple como a fabricante com o melhor desempenho, com pontuação média de 91,7%, posicionando-a à frente da OnePlus e com vantagem perceptível sobre Motorola, Samsung e Google.
Quem participou, onde e quando o teste foi executado
A CNET reuniu 35 modelos comercializados globalmente, abrangendo diferentes linhas, segmentos de preço e fabricantes. A plataforma estabeleceu laboratórios padronizados para garantir condições iguais a todos os concorrentes. Embora o artigo original mencione apenas a data de setembro do ano passado para a pesquisa de preferência de compra, os testes de autonomia compõem a etapa posterior desse acompanhamento, sendo conduzidos nas mesmas instalações e seguindo metodologia replicável. Cada dispositivo partiu de 100% de carga, assegurando ponto de partida idêntico.
O que foi avaliado: dois cenários complementares
Para aferir o desempenho energético, os especialistas criaram dois momentos de uso:
1. Streaming prolongado de vídeo: três horas ininterruptas de reprodução via Wi-Fi, com brilho de tela no nível máximo. O objetivo foi mensurar a resistência da bateria sob carga contínua de processamento de imagem e conectividade sem fio, um contexto que força hardware, tela e software.
2. Sessão de 45 minutos de uso misto: combinação de jogo eletrônico, videochamada e streaming tradicional. Esse múltiplo estímulo pretende simular um fragmento do cotidiano, reunindo tarefas que exigem alternância entre componentes internos, como CPU, GPU, câmeras e antenas.
Ao término de cada etapa, o percentual de bateria remanescente foi registrado. A soma dos dois resultados integrou a nota final de cada telefone, que depois foi convertida em percentual para facilitar comparações.
Por que a Apple ficou na frente, mesmo com bateria menor
Um aspecto destacado pela CNET foi o fato de os iPhones, de modo geral, carregarem capacidade nominal de bateria inferior à de diversos rivais. Apesar disso, a marca obteve o maior tempo útil, atribuição creditada ao iOS 26 e ao chip A19 Pro. Segundo os avaliadores, a integração verticalizada entre software e hardware — controlada pela própria Apple — foi determinante para reduzir consumo, gerenciar processos em segundo plano e otimizar a distribuição de energia entre componentes.
Desempenho detalhado do iPhone 17 Pro Max
No cenário de três horas de streaming, o iPhone 17 Pro Max manteve nível de carga superior ao de todos os 34 concorrentes. A eficiência repetiu-se na sessão de 45 minutos de uso misto, garantindo vantagem suficiente para colocá-lo no topo do ranking global. O dispositivo oferece opções de armazenamento de 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB e variações de cor em prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso — detalhes que não influenciam a bateria, mas reforçam a identidade do modelo.
Resultados dos demais iPhones na competição
Além da versão Pro Max, outros integrantes da família obtiveram posições de destaque. O iPhone 17 Pro e o iPhone 17 também figuraram nas primeiras colocações, desafiando concorrentes como o OnePlus 15. Já no teste de duração reduzida, o iPhone 16e apresentou desempenho notável, revelando que a otimização energética está presente em toda a linha, independentemente da categoria de preço ou do tamanho físico da bateria.
Notas médias e ranking entre fabricantes
Com base nos dois cenários avaliados, a CNET calculou a nota média de cada fabricante. A Apple atingiu 91,7%, ligeiramente acima da OnePlus, que ocupou a segunda posição. Marcas tradicionais, como Motorola, Samsung e Google, ficaram atrás desse pelotão de frente. Embora números específicos não tenham sido divulgados para todas as empresas, a margem “com alguma folga” mencionada pelos organizadores indica um intervalo suficiente para caracterizar diferença de performance.

Imagem: Internet
A bateria como fator decisivo para o consumidor
Em setembro do ano passado, uma pesquisa do mesmo site apontou a bateria como um dos dois fatores que mais pesam na escolha de um novo smartphone, empatada com o preço. O comparativo recente reforça essa percepção, pois oferece aos consumidores dados práticos sobre quanto tempo cada aparelho se mantém ligado em situações de uso real. Ao entregar a melhor marca, a Apple adiciona um argumento forte à estratégia comercial dos iPhones de geração 17.
Impacto da eficiência sobre a capacidade nominal
O resultado evidencia que capacidade nominal nem sempre traduz autonomia maior. A presença de componentes, como o chip A19 Pro, projeta rotinas de baixo consumo, enquanto o iOS 26 administra prioridades de aplicativo, reduz brilho em momentos ociosos e aplica algoritmos de aprendizado para prever padrões de uso. Esse equilíbrio permitiu que o iPhone 17 Pro Max superasse celulares equipados com baterias fisicamente maiores.
Especificações de cores e armazenamento dos modelos testados
Embora não interfiram diretamente nos testes de autonomia, as versões comercializadas foram listadas pela CNET durante a avaliação:
iPhone 17 Pro Max – prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso; 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB.
iPhone 17 Pro – prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso; 256 GB, 512 GB ou 1 TB.
iPhone 17 – lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto; 256 GB, 512 GB ou 1 TB.
iPhone 16e – branco ou preto; 128 GB, 256 GB ou 512 GB.
A diversidade de configurações demonstra que a autonomia não ficou restrita à versão mais cara. Mesmo opções menos avançadas em armazenamento e câmera preservaram excelentes resultados energéticos.
Como o teste foi organizado para evitar distorções
Todos os smartphones partiram de carga total de 100%. As atividades escolhidas — streaming, jogos e videochamada — refletem rotinas diárias de grande parcela de usuários, o que confere relevância prática aos números. O uso do brilho máximo elimina a interferência de ajustes automáticos, padronizando a exigência sobre os painéis. A conexão Wi-Fi constante descarta variações de sinal de rede móvel, fator que poderia alterar o consumo.
Repercussão para o mercado de smartphones
A liderança da Apple em autonomia, reforçada por três modelos entre os primeiros colocados, pressiona concorrentes a buscarem soluções similares de integração entre software e hardware. O desempenho sólido da OnePlus revela que ainda existe disputa apertada no topo, mas a diferença para outras fabricantes evidencia desafios adicionais. Para o consumidor, os resultados entregam parâmetro objetivo para equilibrar preço, desempenho e autonomia na próxima compra.

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

