A definição da raça em The Forge influencia diretamente o estilo de combate, a rapidez de evolução e a resistência do personagem em todas as fases da aventura. O sistema de códigos garante rerolls frequentes, criando o dilema sobre qual resultado manter quando surge uma opção de maior raridade. Abaixo, todas as informações do jogo são apresentadas de forma detalhada para ajudar o jogador a tomar uma decisão fundamentada sempre que um novo roll aparecer.
Por que a escolha da raça é decisiva
O jogo associa atributos específicos a cada raça, modificando velocidade de movimentação, ritmo de ataque, tipo de dano predominante, capacidade de sobrevivência e até o alcance físico do personagem. Tais modificadores acompanham o jogador desde as primeiras incursões até confrontos avançados contra chefes, tornando-se, portanto, um fator estrutural do desempenho. Embora seja possível trocar de raça com certa facilidade por meio dos códigos de reroll, cada novo reinício requer tempo para configuração de equipamentos e familiarização com as habilidades oferecidas, motivo pelo qual uma escolha bem-informada reduz retrabalho durante o progresso.
Como o reroll funciona dentro do jogo
Códigos disponibilizados periodicamente permitem refazer a rolagem de raça sem custo permanente. Isso produz probabilidades explícitas associadas a cada raridade. Raças míticas, como Archangel e Demon, têm chance de obtenção extremamente baixa, ao passo que raças lendárias aparecem com mais frequência, e as comuns configuram a maior parte dos resultados. O mecanismo incentiva o jogador a avaliar se a nova raça realmente se encaixa em seus objetivos antes de decidir manter ou continuar rolando.
Critérios objetivos para definir a “melhor” raça
Há três eixos básicos para mensurar a conveniência de uma raça, todos descritos nos dados fornecidos pelo jogo:
Sobrevivência: bônus defensivos e formas de mitigação de dano prolongam a presença em áreas perigosas.
Dano sustentado: modificadores de ataque afetam a rapidez com que inimigos são derrotados em encontros prolongados.
Explosão e mobilidade: velocidade de movimento e habilidades de teleporte determinam a eficácia em esquivas, reposicionamento e finalização rápida de confrontos curtos.
A partir desses fatores, o título não apresenta uma raça universalmente perfeita. Entretanto, algumas sobressaem quando o foco do jogador enfatiza um desses eixos.
Archangel: referência para o fim de jogo
A comunidade aponta Archangel como a raça mais completa para conteúdo avançado. O motivo é o equilíbrio entre durabilidade e produção de dano contínuo, útil em lutas extensas contra chefes ou inimigos de alto poder ofensivo. Seu conjunto de bonificações inclui:
• Aumento de 20% na velocidade de movimentação e na cadência de ataques, garantindo maior ritmo ofensivo.
• Adição de 20% ao dano de fogo e de 20% ao dano físico, ampliando duas fontes distintas de dano.
• Crescimento de 30% na altura e 10% em largura e profundidade, expandindo alcance corporal.
• Elevação de 30% na sorte por meio do efeito identificado como Mighty Clover, potenciando eventos dependentes de probabilidade.
• Chance de 50% de gerar círculo de chamas (hellfire) ao executar dash, causando dano em área equivalente a 45% do valor da arma por três segundos.
• Probabilidade de 33% de invocar feixe de luz em cada ataque, adicionando dano extra automático.
Tais vantagens surgem sobre uma chance baixíssima de obtenção, o que explica o status de objetivo final para muitos jogadores experientes.
Demon: ofensiva máxima para estilos agressivos
Na categoria mítica, Demon privilegia ritmo acelerado de combate e eliminação rápida de oponentes, compensando a menor resistência com um repertório de dano elevado. Os recursos descritos incluem:
• Dash que teleporta o personagem e oferece 20% de probabilidade de criar círculo de chamas semelhante ao de Archangel.
• Pacote de bônus idêntico em porcentagens a Archangel em velocidade, ataque, dano de fogo, dimensões físicas e dano físico.
• Aura que aplica 10% do dano da arma por segundo enquanto o combate estiver ativo, ampliando a pressão constante sobre inimigos.
• Chance de 25% de incendiar oponente sempre que o personagem sofre golpe, provocando retaliação automática.
A agressividade explícita exige domínio de esquivas e posicionamento para compensar a falta de robustez defensiva. Jogadores confiantes em evitar dano tiram proveito dessa configuração.
Angel: mobilidade elevada no patamar mítico
A terceira raça de raridade mítica, Angel, se destaca pela alta mobilidade, característica valiosa em situações que demandam reposicionamento constante. O jogo informa apenas essa ênfase em deslocamento, sem detalhar as porcentagens específicas. Mesmo assim, a raridade e a especialização em velocidade a colocam no topo da lista de preferência para quem prioriza fluidez de movimento.
Raças lendárias: alternativas consistentes para começar
Quando o reroll não gera uma opção mítica, a orientação geral é aceitar uma raça lendária e iniciar a jornada, principalmente para jogadores solo. O grupo engloba Dragonborn, Minotaur, Golem e Felynx. Todos ocupam o segundo nível de raridade e, conforme informações do próprio jogo, oferecem desempenho suficiente para avançar de forma tranquila nos estágios iniciais.

Imagem: Nikita HarinameDecber
Análise individual das opções lendárias
Dragonborn provê um incremento geral aos atributos do personagem, equilibrando ataque, defesa e mobilidade. Essa versatilidade agrada perfis que preferem adaptar a estratégia a diferentes situações, em vez de especializar-se em um único ponto forte.
Minotaur entrega robustez acima da média, funcionando como barreira viva em confrontos de curta distância. A preferência recai sobre jogadores que permanecem no centro da batalha, absorvendo golpes enquanto distribuem dano corpo a corpo.
Golem compartilha a filosofia de resistência do Minotaur, mas tende a enfatizar ainda mais o conceito de tanque, sacrificando velocidade para ganhar solidez defensiva. Combina com quem prioriza segurança sobre mobilidade.
Felynx apresenta um conjunto equilibrado que, segundo as opiniões colhidas, confere boa adaptabilidade. Embora não alcance a potência das míticas, mantém desempenho estável o suficiente para viabilizar progresso constante.
A tela do jogo exibe as estatísticas detalhadas de cada raça no painel esquerdo. A recomendação é confrontar esses valores com o estilo pessoal antes de bloquear a escolha definitiva.
Tiers intermediários e inferiores
O ranking agrupado por desempenho, elaborado a partir da experiência prática de jogadores e opiniões da comunidade, aponta três camadas abaixo das lendárias:
B Tier: Shadow, Orc e Goblin formam a linha intermediária. Esses resultados são utilizáveis, mas podem exigir preparo adicional do jogador para compensar deficiências específicas.
C Tier: Zombie, Elf e Undead oferecem recursos limitados. Embora seja possível avançar com dedicação, a eficiência fica aquém dos níveis superiores.
D Tier: Human ocupa o último lugar, descrito como a alternativa menos vantajosa no cenário atual.
Visão geral do tier list completo
• S Tier: Archangel, Demon, Angel
• A Tier: Dragonborn, Minotaur, Golem, Felynx, Dwarf
• B Tier: Shadow, Orc, Goblin
• C Tier: Zombie, Elf, Undead
• D Tier: Human
Esse arranjo sintetiza o consenso de desempenho, mas cada jogador deve balancear preferência pessoal e meta individual antes de fixar uma decisão.
Momento certo de encerrar a busca e iniciar a campanha
De acordo com as instruções associadas aos rerolls, o ideal é perseguir uma raça mítica se o objetivo for desempenho máximo a longo prazo. No entanto, como a chance de 0,5% torna a obtenção rara, aceitar uma opção lendária representa um ponto de equilíbrio entre eficiência e tempo investido em novas rolagens. Jogadores solo em especial ganham agilidade ao começar com Dragonborn, Minotaur, Golem ou Felynx, acumulando experiência e recursos que podem ser realocados em um futuro reroll caso um resultado mítico apareça.
Em síntese, o sistema de raças de The Forge opera como fundação estratégica do jogo, definindo ritmo, dano e resiliência desde o primeiro combate. Conhecer os bônus objetivos, entender a rareza de cada resultado e alinhar a escolha ao estilo desejado formam o tripé que sustenta uma progressão eficiente, sem dependência do fator sorte além do necessário.

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

