No começo de 2026, consumidores que buscam um dispositivo portátil para estudo, lazer ou trabalho encontram na linha de tablets da Xiaomi opções que combinam desempenho, tela de boa qualidade e preços competitivos. A marca chinesa oferece modelos com características distintas, todos equipados com 256 GB de armazenamento, valores que variam entre R$ 1.271 e R$ 2.850 e disponibilidade em grandes varejistas on-line, como Amazon, Casas Bahia e Mercado Livre. A seguir, detalhes completos sobre cinco aparelhos que se destacam pela relação entre custo e benefícios, de acordo com dados verificados em dezembro de 2025.
Panorama dos modelos avaliados
Os cinco tablets analisados atendem a públicos diversos. Dois deles — Redmi Pad 2 e Redmi Pad SE 11 — posicionam-se como portas de entrada para tarefas cotidianas, como leitura, navegação e exibição de vídeos. O Poco Pad e o Redmi Pad Pro avançam em tela e autonomia, mirando usuários que exigem maior imersão visual e produtividade leve. Por fim, o Pad 7 entrega o conjunto mais robusto do grupo, voltado a aplicações intensas e jogos de alta demanda.
Critérios considerados na comparação
Para cada modelo foram observados tamanho e resolução de tela, capacidade da bateria, conjunto de câmeras, tipo de processador, memória RAM, opções de conectividade, presença ou ausência de recursos de expansão e preço praticado em dezembro de 2025. Além disso, avaliações de usuários nesses mesmos varejistas ajudaram a evidenciar pontos fortes e limitações relatadas por quem já adquiriu os dispositivos.
1. Redmi Pad 2 (256 GB) — R$ 1.271
O Redmi Pad 2 é o aparelho mais acessível entre os listados. Destinado a quem precisa de um tablet para tarefas básicas, ele incorpora tela de 11 polegadas com resolução 2,5 K (2.560 × 1.600 pixels), suficiente para exibir textos com nitidez e vídeos em boa definição. O processador MediaTek Helio G100 Ultra agrupa núcleos Cortex-A76 de até 2,2 GHz e Cortex-A55 de até 2,0 GHz. Essa composição, aliada aos 8 GB de RAM, garante fluidez em navegação na web, aulas remotas ou streaming de séries.
A bateria de 9.000 mAh é um diferencial no segmento de entrada, prometendo longas sessões longe da tomada. Conectividade Wi-Fi, Bluetooth e slot para micro SD complementam o pacote, embora o aparelho não conte com modem para rede móvel. No quesito câmeras, oferece sensor traseiro de 8 MP e frontal de 5 MP, suficientes para videochamadas ou registros eventuais.
Entre as opiniões coletadas na plataforma de venda, elogios concentram-se na qualidade de som — ampliada por quatro alto-falantes —, no design e na autonomia. Por outro lado, usuários citam a ausência de GPS e de caneta dedicada como limitações. Ainda assim, o custo de R$ 1.271 coloca o Redmi Pad 2 como opção atraente para quem prioriza leitura, estudos e consumo multimídia moderado.
2. Redmi Pad SE 11 (256 GB) — R$ 1.399
Situado logo acima na escala de preços, o Redmi Pad SE 11 mantém o foco em tarefas do dia a dia, mas entrega alguns recursos ausentes no modelo anterior. A tela de 11 polegadas apresenta resolução Full HD (800 × 1.340 pixels), específica para quem consome vídeo em definição padrão. Internamente, trabalha com o processador MediaTek Helio G85, cuja frequência chega a 2 GHz, adequado a anotações, leituras prolongadas e serviços de streaming.
A bateria de 6.650 mAh sustenta horas de uso leve. Entre os pontos notáveis está o GPS integrado, que amplia a versatilidade para aplicativos de localização, além de entrada P2 para fones de ouvido — um recurso em extinção em muitos equipamentos. A conectividade via Wi-Fi e Bluetooth assegura intercâmbio de dados comum em ambientes domésticos ou acadêmicos.
Avaliações de compradores destacam a praticidade e a boa reprodução de áudio e imagem. Críticas concentram-se no excesso de aplicativos pré-instalados (bloatware), que podem exigir tempo extra de configuração. Apesar disso, o preço de R$ 1.399 posiciona o Redmi Pad SE 11 como alternativa de custo-benefício a quem precisa apenas dos fundamentos de um tablet sem abrir mão de GPS e saída de áudio analógica.
3. Poco Pad (256 GB) — R$ 2.249
Com o Poco Pad, a Xiaomi mira usuários que priorizam imagem e autonomia. A tela de 12,1 polegadas exibe resolução 2,5 K (2.560 × 1.600 pixels) e taxa de atualização de 120 Hz, recurso que suaviza animações, scrollers e cenas de ação, tornando o aparelho especialmente interessante para quem assiste a filmes ou joga títulos de baixa e média exigência.
No interior, o chipset Snapdragon 7s Gen 2 atinge 2,4 GHz, garantindo desempenho consistente em multitarefa. A combinação de processador, 8 GB de RAM e os 256 GB de espaço interno traz folga para armazenamento de arquivos grandes ou aplicativos pesados. Já a bateria de 10.000 mAh figura entre as maiores do grupo, prolongando sessões de uso contínuo.
Quatro alto-falantes estéreo reforçam a experiência multimídia, mas a ausência de entrada P2 obriga a adoção de fones sem fio ou adaptadores. Entre comentários de usuários, sobressai a imagem vibrante, o carregamento rápido e a adaptação satisfatória a jogos menos exigentes. Episódios de aquecimento externo, em especial durante partidas prolongadas, aparecem como principal ponto de atenção. Com preço de R$ 2.249, o Poco Pad entrega uma das telas mais imersivas na faixa intermediária.

Imagem: Internet
4. Redmi Pad Pro (256 GB) — R$ 2.559
O Redmi Pad Pro compartilha parte das especificações do Poco Pad, mas se diferencia pela proposta de produtividade leve. Ele mantém a tela de 12,1 polegadas, porém com resolução Full HD (1.200 × 2.000 pixels) — suficiente para textos extensos e planilhas. O processador Snapdragon 7s Gen 2 opera a 2,4 GHz, e os 8 GB de RAM asseguram abertura rápida de aplicativos de escritório e streaming.
A bateria de 10.000 mAh, semelhante à do Poco Pad, sustenta longas jornadas sem recarga, característica valiosa para quem trabalha em mobilidade. O modelo inclui entrada P2, slot micro SD e conectividade Wi-Fi e Bluetooth, ampliando opções de acessório e expansão. Na parte traseira, há câmera de 8 MP destinada a digitalizações rápidas ou reuniões por videoconferência.
No histórico de avaliações, o Redmi Pad Pro recebe boa pontuação em design, exibindo bordas finas e acabamento que favorece o manuseio. Pessoas que priorizam jogos casuais elogiam a fluidez, impulsionada pelo conjunto de processamento e memória. A carência de porta USB adicional é apontada como limitação para quem pretende conectar periféricos específicos. Comercializado a R$ 2.559, o aparelho equilibra entretenimento e tarefas de produtividade sem exigir investimento muito superior.
5. Pad 7 (256 GB) — R$ 2.850
Topo da lista em preço e especificações, o Pad 7 apresenta o conjunto mais avançado entre os tablets analisados. A tela — embora menor que a de alguns concorrentes da mesma marca — mede 11 polegadas, mas eleva a resolução a 3,2 K (3.200 × 2.136 pixels), assegurando densidade de pixels superior para filmes, séries e navegação detalhada.
O processador Snapdragon 7+ Gen 3, de 2,8 GHz, alia-se a 8 GB de RAM para executar jogos pesados e aplicativos de edição de imagem com agilidade. A bateria de 8.850 mAh, por sua vez, é complementada por carregamento rápido, reduzindo o tempo na tomada. Recursos de inteligência artificial embutidos otimizam operações rotineiras, ajustando brilho, consumo energético e desempenho de acordo com o uso.
No áudio, quatro alto-falantes mantêm a qualidade de reprodução já característica das linhas superiores da Xiaomi. Avaliações apontam navegação fluida, imagem nítida e design apelativo como fatores favoráveis. A ausência de slot micro SD aparece como inconveniente para quem pretende ampliar o armazenamento ou transferir arquivos diretamente por cartão. A proposta de R$ 2.850 faz do Pad 7 a escolha indicada a consumidores que demandam poder de fogo para jogos, trabalhos gráficos e multitarefa intensa.
Comparação direta de especificações
Tamanho de tela: 11 pol. (Redmi Pad 2 e Redmi Pad SE 11), 12,1 pol. (Poco Pad e Redmi Pad Pro), 11 pol. (Pad 7).
Resolução: 2,5 K nos modelos de entrada e intermediário superior (Redmi Pad 2, Poco Pad), Full HD no Redmi Pad SE 11 e Redmi Pad Pro, 3,2 K no Pad 7.
Bateria: 6.650 mAh a 10.000 mAh, com maior capacidade presente no Poco Pad e no Redmi Pad Pro.
Processadores: MediaTek Helio nas duas opções de entrada; Snapdragon série 7 nos três modelos mais caros.
Recursos ausentes ou presentes: slot micro SD na maioria, exceto Pad 7; entrada P2 em três de cinco modelos; GPS apenas no Redmi Pad SE 11.
Como escolher o modelo adequado
Para atividades essencialmente acadêmicas, o Redmi Pad 2 e o Redmi Pad SE 11 reúnem preço mais baixo e desempenho suficiente para navegação e vídeos. Quem busca tela grande e imersão em conteúdo multimídia encontra no Poco Pad uma combinação de alta taxa de atualização e bateria volumosa. Já o Redmi Pad Pro se destaca como ferramenta de produtividade leve, graças ao conjunto de hardware equilibrado e suporte a fone de ouvido com fio. Por fim, usuários que necessitam de processamento reforçado para jogos exigentes e resolução superior podem direcionar o olhar ao Pad 7, ainda que o investimento inicial seja maior.
Conclusão factual
A ampla variedade de tablets da Xiaomi disponível no Brasil no início de 2026 permite ao consumidor combinar orçamento, tamanho de tela, desempenho e autonomia de acordo com a rotina pessoal. Os cinco modelos investigados — sempre com 256 GB de armazenamento — ilustram como a fabricante cobre desde necessidades básicas até cenários de uso intensivo, mantendo preços abaixo de R$ 3 mil. Todas as cifras citadas foram apuradas em dezembro de 2025 e estão sujeitas a flutuações ao longo do tempo e conforme promoções vigentes nos varejistas on-line mencionados.

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

