Os cinco iPhones que dominaram as vendas no fim de 2025 e permanecem escolhas sólidas para 2026

No encerramento de 2025, a Apple consolidou presença constante entre os smartphones mais vendidos do planeta. De acordo com relatórios da Counterpoint Research, aparelhos da linha iPhone 16, apresentados em 2024, e o recém-chegado iPhone 17 Pro Max dominaram as primeiras posições do ranking trimestral. A seguir, são detalhadas as especificações, os pontos fortes e o perfil de uso de cinco modelos que se destacaram nesse período e que mantêm relevância para quem pretende adquirir um novo celular em 2026.

Critério de seleção dos modelos

A lista baseia-se no levantamento da Counterpoint Research referente ao último trimestre de 2025, que classifica os smartphones mais comercializados globalmente. Foram escolhidos os cinco iPhones presentes nesse ranking, todos com desempenho de vendas expressivo entre julho e setembro de 2025.

Contexto geral: por que esses iPhones ganharam espaço

O sucesso dos aparelhos resulta de fatores combinados: atualização anual de processadores, manutenção de suporte de software por mais de cinco anos, oferta diversificada de tamanhos de tela e evolução gradual de câmeras e bateria. A pluralidade do portfólio permite que a Apple alcance públicos distintos, desde usuários que procuram um dispositivo compacto até consumidores interessados em fotografia avançada e performance de topo de linha.

iPhone 16 — base equilibrada para 2026

Quem é: modelo de entrada da geração lançada em setembro de 2024.

Tela e design: painel de 6,1 polegadas, dimensões de 147,6 milímetros de altura e 170 gramas, resultando em manuseio confortável para uso prolongado.

Processamento: chip A18 produzido em litografia de 3 nm, aliado a 8 GB de RAM, combina alta eficiência energética a desempenho sólido. No teste AnTuTu, o aparelho registrou 1.840.513 pontos, superando modelos lançados em anos anteriores, como iPhone 15 Pro Max e iPhone 14 Pro Max.

Câmeras: sensor principal de 48 MP (abertura f/1.6, estabilização por deslocamento de sensor) e lente ultrawide de 12 MP. Avaliações do DXOMARK indicam desempenho compatível com a categoria, reforçado por processamento de imagem da própria Apple.

Bateria e software: embora a capacidade exata não seja detalhada, a adoção do chip A18 de 3 nm favorece consumo contido. O modelo está elegível para atualizações de sistema por, ao menos, meia década, seguindo histórico da fabricante.

Perfil de usuário: indicado a quem busca aparelho compacto, leve e com boa performance para tarefas diárias, mantendo recursos fotográficos competitivos.

iPhone 16 Pro — desempenho elevado com tela de 120 Hz

Quem é: variante avançada, lançada simultaneamente ao iPhone 16.

Processador: A18 Pro, também fabricado em 3 nm, opera a até 4,05 GHz em arquitetura hexa-core. Nos testes AnTuTu, marcou 1.992.245 pontos, superando ligeiramente o iPhone 16 Pro Max.

Tela: 6,3 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, superior aos 60 Hz do modelo básico, oferecendo transições mais suaves em jogos e navegação.

Sistema de câmeras: trio composto por principal de 48 MP (f/1.8), ultrawide de 48 MP e teleobjetiva de 12 MP com zoom óptico de 5×. O DXOMARK classifica o conjunto entre os melhores da categoria, especialmente em gravação de vídeo.

Uso pretendido: usuários exigentes que realizam edição de fotos ou vídeos no celular, jogam títulos de alta performance ou valorizam taxa de atualização elevada.

iPhone 16 Pro Max — tela ampla e maior autonomia da geração

Quem é: versão de maior porte da família 16, lançada em setembro de 2024.

Tela: 6,9 polegadas, resolução de 2.868 × 1.320 pixels, taxa de 120 Hz, brilho de até 2.000 nits, HDR10 e Dolby Vision. Bordas reduzidas reforçam o aspecto premium, conforme observado pelo GSMArena.

Bateria: capacidade estimada em 4.685 mAh. Testes do GSMArena registraram 17 horas e 18 minutos de uso ativo, posicionando o aparelho entre os melhores em autonomia dentro do segmento topo de linha.

Desempenho e câmeras: utiliza o mesmo A18 Pro do iPhone 16 Pro. Compartilha também o sistema óptico de três lentes, mas obteve pontuação quatro pontos maior no DXOMARK, sendo citado pelo site como referência em vídeo.

Público-alvo: consumidores que priorizam tela grande para consumo de mídia e bateria de longa duração, sem abrir mão da performance bruta.

iPhone 16e — porta de entrada ao ecossistema Apple

Quem é: modelo mais acessível da marca, lançado em fevereiro de 2025 como sucessor conceitual da antiga linha SE.

Tela: 6,1 polegadas, resolução de 2.532 × 1.170 pixels e brilho máximo de 1.200 nits, números adequados ao uso diário.

Câmera: sensor único de 48 MP (f/1.6) com estabilização óptica. A Apple possibilita zoom de 2× mantendo qualidade óptica. A frontal é de 12 MP com foco automático e flash Retina.

Processamento e bateria: chip A18 de 3 nm e bateria estimada em 4.005 mAh. Nos ensaios do GSMArena, o dispositivo sustentou 23 h 56 min de chamadas contínuas e 14 h 48 min de vídeo. No ranking de autonomia do site, foi o menor entre 13 iPhones testados, mas compensou com 1.563.866 pontos no AnTuTu, patamar próximo ao antigo iPhone 13 Pro Max.

Indicação: ideal para quem deseja ingressar no universo iOS gastando menos e não necessita de múltiplas lentes ou bateria para dois dias inteiros de uso intenso.

iPhone 17 Pro Max — ápice de desempenho em 2025

Quem é: topo de linha apresentado em setembro de 2025.

Processador: A19 Pro, desenvolvido em 3 nm, CPU hexa-core com frequência de até 4,26 GHz e 12 GB de RAM. O conjunto marcou 2.424.082 pontos no AnTuTu, superando todos os demais iPhones já lançados.

Tela: 6,9 polegadas, resolução de 1.320 × 2.868 pixels, taxa de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits. Avaliação do DXOMARK destaca legibilidade em diferentes ambientes e fidelidade de cor.

Bateria: 4.823 mAh, classificada pelo GSMArena como a quarta melhor autonomia entre smartphones disponibilizados no mercado brasileiro, com cerca de um dia de chamadas ou reprodução contínua de vídeo.

Ponto de escolha: destinado a usuários que buscam o máximo em processamento, tela e fotografia dentro do portfólio Apple, aceitando o preço mais elevado.

Comparativo resumido dos principais pontos

Tamanho de tela: ambos os modelos Pro Max e o 17 Pro Max têm 6,9 polegadas, enquanto iPhone 16 Pro fica em 6,3 e iPhone 16 e 16e mantêm 6,1 polegadas.

Benchmarks:
• 17 Pro Max – 2.424.082 (AnTuTu)
• 16 Pro – 1.992.245
• 16 Pro Max – próximo de 1.990.000 (conforme ranking)
• 16 – 1.840.513
• 16e – 1.563.866

Bateria (capacidade estimada):
• 17 Pro Max – 4.823 mAh
• 16 Pro Max – 4.685 mAh
• 16e – 4.005 mAh
• 16 e 16 Pro – valores não detalhados, porém eficiência reforçada pelo processo de 3 nm.

Por que esses modelos ainda valem em 2026

A Apple costuma manter suporte de software por períodos superiores a cinco anos, garantindo atualizações de segurança e novos recursos até, pelo menos, 2029 nos modelos apresentados em 2024 e 2025. Além disso, a transição para chips de 3 nm trouxe ganhos perceptíveis de desempenho e economia de energia, prolongando a vida útil dos dispositivos. Por fim, a consolidação dos sensores de 48 MP nas linhas 16 e 17 oferece padrão fotográfico suficiente para as demandas mais comuns dos próximos anos.

Como escolher o iPhone ideal em 2026

Orçamento: o iPhone 16e possui o menor custo de entrada, enquanto o 17 Pro Max representa o preço mais alto, associado ao hardware mais avançado.
Peso e tamanho: para mãos menores ou preferência por leveza, o iPhone 16 com 170 gramas é a opção mais ergonômica.
Fotografia: iPhone 16 Pro, 16 Pro Max e 17 Pro Max entregam conjuntos de três lentes, incluindo zoom óptico; iPhone 16e restringe-se à câmera única.
Autonomia: quem permanece longe da tomada deve considerar o 16 Pro Max ou o 17 Pro Max.
Tela: elevada taxa de atualização (120 Hz) está presente nos modelos Pro e Pro Max; iPhone 16 e 16e ficam nos 60 Hz tradicionais.

Com essas variáveis em mente, o consumidor pode alinhar necessidade, nível de performance e investimento, aproveitando aparelhos que já demonstraram alta aceitação no mercado no final de 2025 e que permanecem tecnicamente competitivos ao longo de 2026.

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