Um teste prático realizado pelo canal The Fix, no YouTube, substituiu a bateria original de um iPhone 11 Pro por um módulo de 12.000mAh baseado em silício-carbono. O procedimento apresentou um aumento de capacidade de 330% em relação ao componente novo de fábrica, mas também evidenciou que o sistema operacional não consegue calcular a saúde de peças paralelas.
O aparelho envolvido no experimento
Lançado em 2019, o iPhone 11 Pro marcou a chegada da designação “Pro” aos smartphones da Apple. O modelo passou a integrar o mercado há quase cinco anos e, considerando a projeção temporal, completará sete anos de vida em setembro de 2026. Originalmente, o aparelho saiu de fábrica com uma bateria de 3.046mAh. Ao longo dos ciclos de recarga, a célula de íons-de-lítio se desgastou, a ponto de o exemplar usado no ensaio apresentar apenas 67% de saúde segundo a própria medição do iOS, além do alerta nativo de degradação.
Motivação para a troca do componente
Com o nível de desgaste identificado, a autonomia prática do dispositivo cai sensivelmente, exigindo recargas frequentes e prejudicando a experiência de uso. Diante desse cenário, o grupo responsável pelo canal decidiu avaliar o efeito de equipar o telefone com um módulo de capacidade muito superior, empregando a tecnologia de silício-carbono (Si-C) no lugar do grafite tradicional.
Características da bateria de silício-carbono
A composição de silício-carbono consegue armazenar mais íons-de-lítio que o grafite, material predominante nas baterias convencionais de iPhones. Essa propriedade permite alcançar densidades energéticas maiores sem necessariamente expandir o espaço físico ocupado pela célula. Graças a esse ganho de densidade, o grupo instalou um módulo de 12.000mAh sem alterar a estrutura interna do smartphone, dispensando modificações na carcaça ou no conjunto de componentes.
Procedimento de instalação
A equipe retirou a bateria original e inseriu a célula Si-C mantendo todos os conectores nos pontos previstos, preservando a montagem do iPhone. O resultado imediato foi o reconhecimento, pelo software coconutBattery para macOS, de uma capacidade superior a 10.000mAh. Embora o número não alcance os 12.000mAh nominais anunciados pelo fabricante da peça de reposição, o total foi considerado expressivo: representa cerca de 330% a mais quando comparado ao componente novo de 3.046mAh.
Leitura do sistema após a modificação
O iOS não conseguiu identificar a integridade do novo módulo, tampouco exibir o percentual de saúde, devido ao fato de a bateria não ser original da Apple. Dessa forma, o usuário não visualiza métricas de desgaste nem alertas precisos sobre o estado do componente, um comportamento comum em substituições por peças de terceiros.
Comparação direta de capacidades
O salto de pouco mais de 3.000mAh para pouco mais de 10.000mAh indica um potencial de uso prolongado distante de tomadas, ainda que o teste publicado não tenha medido a autonomia em horas. A informação principal ficou centrada no ganho percentual em relação a uma bateria zero quilômetro de 3.046mAh.
Rumores não concretizados sobre adoção pela Apple
Em período recente, circularam rumores sugerindo que a Apple poderia integrar baterias de silício-carbono no modelo especulado como “iPhone Air”. A previsão, entretanto, não se materializou, mantendo a empresa no padrão de células com ânodo de grafite.
Oferta de modelos atuais da linha iPhone 17
Enquanto o experimento evidencia possibilidades de capacidade estendida em um aparelho lançado em 2019, o mercado oficial contempla novos dispositivos. Os listados na fonte original incluem o iPhone 17 Pro Max, o iPhone 17 Pro, o iPhone Air e o iPhone 17 convencional. Cada versão apresenta combinações específicas de cor, opções de armazenamento e preços que variam de R$ 7.998,89 a R$ 12.499,00, conforme o modelo e a capacidade de memória interna.
As cores mencionadas são, respectivamente, prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso para os modelos Pro; azul-céu, dourado-claro, branco-nuvem ou preto espacial para o iPhone Air; e lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto para o iPhone 17.
Comissão sobre vendas e transparência
O conteúdo que divulgou as ofertas informou a existência de participação financeira em vendas concluídas por meio de links de afiliado. Esse arranjo comercial não altera o preço final para o consumidor, mas gera uma pequena comissão ao veículo que originou a publicação.
Evolução de processadores e baterias desde 2019
Entre o lançamento do iPhone 11 Pro e o cenário atual, “muita coisa mudou”, especialmente no campo de processadores e tecnologias de bateria em smartphones. Processadores mais eficientes exigem menos energia para tarefas equivalentes às realizadas no passado, o que, combinado a avanços como o uso de composições químicas inovadoras, permite maior tempo de uso sem recarga. O teste com silício-carbono reforça essa tendência de busca por densidade energética elevada.

Imagem: Internet
Implicações práticas do aumento de 330%
Um ganho de 330% na capacidade teórica amplia o intervalo entre recargas, reduz o número de ciclos anuais e, potencialmente, aumenta a longevidade do aparelho. A durabilidade ampliada, no entanto, não elimina a ausência de diagnóstico integrado no iOS, que permanece incapaz de exibir a saúde do componente paralelo.
Compatibilidade e limitações de leitura do iOS
O fato de o sistema não reconhecer a bateria como original impede o acesso a recursos nativos de monitoramento, o que inclui alertas de pico de desempenho reduzido ou recomendações de troca. O usuário passa a depender de ferramentas externas, caso deseje acompanhar dados de desgaste ou de temperatura da célula instalada.
Aspectos de instalação sem alterações estruturais
Um ponto de destaque no procedimento foi a não necessidade de mudanças físicas na carcaça do iPhone 11 Pro. Mesmo com capacidade multiplicada, a bateria coube no espaço destinado ao módulo original. Esse detalhe mostra como o uso de silício-carbono favorece a miniaturização relativa ou a expansão da capacidade dentro de limites dimensionais semelhantes.
Perspectiva sobre futuras adoções comerciais
Apesar de o rumor sobre o “iPhone Air” não ter se confirmado, o teste realizado por criadores de conteúdo indica viabilidade técnica para integrar baterias Si-C em designs existentes. Caso o mercado passe a fabricar em larga escala células com essa composição, os fabricantes poderão explorar balanços entre capacidade, peso e espessura.
Dados financeiros e configuração de memória
As listas de preços incluídas na fonte especificam diferentes valores conforme a configuração de memória de cada modelo da linha iPhone 17. O iPhone 17 Pro Max apresenta opções de 256GB, 512GB, 1TB ou 2TB, variando de R$ 11.629,00 a R$ 12.499,00, enquanto o iPhone 17 Pro oferece três níveis de armazenamento, partindo de R$ 10.699,00. O iPhone Air, posicionado como alternativa, tem valores de R$ 8.054,40 a R$ 10.499,00, e o iPhone 17 convencional aparece com preço inicial de R$ 7.998,89.
Destaques centrais do experimento
Capacidade nominal do novo módulo: 12.000mAh.
Capacidade reconhecida no coconutBattery: pouco superior a 10.000mAh.
Incremento sobre a bateria original de 3.046mAh: aproximadamente 330%.
Saúde reportada pelo iOS: informação indisponível devido à natureza paralela da peça.
Reflexos para a comunidade de usuários
O caso divulgado pelo The Fix demonstra como entusiastas podem estender a vida útil de dispositivos antigos, desde que aceitem limitações de software e possíveis riscos associados a peças não certificadas. A prática também suscita discussões sobre a abertura de sistemas para componentes de terceiros e sobre a necessidade de métricas de integridade independentes.
Cenário de adoção de tecnologias emergentes
Seja em rumores ou em protótipos, a transição de grafite para silício-carbono no ânodo das baterias sinaliza uma direção para o setor de mobilidade pessoal. A densidade energética adicional pode resultar em dispositivos mais finos ou em tempos de uso significativamente maiores, sem que os fabricantes aumentem fisicamente a bateria. O experimento com o iPhone 11 Pro oferece um vislumbre dessa possibilidade usando um aparelho já consolidado no mercado.
Ao fim, a substituição por um módulo de 12.000mAh ilustra os avanços obtidos em poucos anos na química das baterias e evidencia o espaço para inovações que privilegiem autonomia em smartphones, mesmo nos modelos lançados anteriormente.

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

