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A Apple disponibilizou, durante o feriado de Ação de Graças nos Estados Unidos, o seu tradicional comercial de fim de ano. Intitulada “A Critter Carol”, a peça teve todas as cenas registradas diretamente no iPhone 17 Pro, recorre a marionetes para construir a narrativa e foi produzida pela agência TBWAMedia Arts Lab sob a direção do cineasta australiano Mark Molloy.
Contexto do lançamento
O Dia de Ação de Graças costuma marcar o começo da temporada de campanhas festivas no mercado norte-americano. Nesse cenário, a Apple mantém o hábito de apresentar um filme publicitário voltado às festas de fim de ano, e a edição de 2024, liberada justamente na data do feriado, segue essa tradição. A escolha do momento reforça a intenção de associar a mensagem da marca ao espírito de confraternização que se intensifica a partir de novembro.
Enredo central de “A Critter Carol”
A narrativa do comercial se inicia em uma trilha coberta de neve. Durante o passeio, um homem deixa cair, sem notar, seu iPhone 17 Pro. O aparelho permanece no solo até ser encontrado por um guaxinim que observava a cena à distância. Curioso, o animal aciona o aplicativo Câmera e começa a gravar. Logo depois surgem outros bichos da floresta, e o grupo passa a cantar sobre amizade, inspirando-se em uma composição da dupla neozelandesa Flight of the Conchords. A apresentação, porém, é interrompida quando o iPhone emite um alerta do app Buscar, indicando que o proprietário se aproxima para recuperar o dispositivo.
Gravação integral no iPhone 17 Pro
Todos os quadros do filme foram captados com o iPhone 17 Pro, descrito pela própria Apple como seu flagship mais recente. Ao basear a produção inteira no aparelho, a empresa demonstra, dentro do próprio comercial, a capacidade do modelo de operar como ferramenta de filmagem em cenários profissionais. A informação de que nenhuma câmera externa foi utilizada sustenta a premissa de que o dispositivo pode registrar imagens de alta qualidade mesmo em condições adversas, como uma floresta nevada.
Uso de marionetes na composição visual
Os personagens que conduzem a ação — guaxinim e demais animais — são apresentados por meio de marionetes. Esse recurso confere ao filme um aspecto de conto infantil, reforçando o tom lúdico típico de conteúdos natalinos. Além de estreitar a identificação com públicos de diferentes faixas etárias, o uso de bonecos permite movimentos precisos em interação com o smartphone, algo fundamental para a sequência em que o guaxinim manipula o iPhone e inicia a gravação.
Elementos de software destacados
Duas aplicações nativas do iOS ganham protagonismo durante a história. O app Câmera entra em cena quando o guaxinim passa a registrar os outros bichos, exemplificando o funcionamento básico de gravação de vídeo. Em seguida, o app Buscar assume papel narrativo ao soar o alerta característico, sinalizando a tentativa de localização por parte do dono do aparelho. Dessa forma, o comercial integra aspectos de hardware e software para sustentar a trama.
Participação da TBWAMedia Arts Lab
A Apple contou com a TBWAMedia Arts Lab, agência responsável por diversos projetos publicitários da companhia, para produzir o material. A escolha da parceira alinha a peça ao histórico de colaborações entre as duas empresas, marcadas por campanhas de grande visibilidade. A agência coordenou aspectos como direção de arte, logística de filmagem e pós-produção, garantindo que todo o conteúdo se mantivesse fiel à proposta de ser registrado unicamente com o iPhone 17 Pro.
Direção de Mark Molloy
A condução artística ficou a cargo de Mark Molloy, cineasta australiano premiado em festivais internacionais. Ao assumir a direção, Molloy liderou a interpretação do roteiro, a coordenação dos manipuladores de marionetes e o enquadramento das cenas no aparelho móvel. Sua experiência prévia em projetos de curta duração contribuiu para otimizar a captação num ambiente climático específico — a floresta coberta de neve — mantendo a coesão visual ao longo de toda a narrativa.
Vídeo de bastidores
Além do comercial finalizado, a Apple disponibilizou um vídeo de making of. Esse material mostra trechos do set, a manipulação dos bonecos, a montagem da iluminação no meio da neve e o posicionamento do iPhone 17 Pro para a captação. Ao revelar o processo, a empresa reforça a autenticidade da declaração de que toda a filmagem usou o smartphone, sem recorrer a câmeras de cinema tradicionais.
Informações comerciais dos aparelhos em destaque
O comercial coloca o iPhone 17 Pro no centro da comunicação, mas o portfólio da Apple traz ainda o modelo iPhone 17 Pro Max. De acordo com os dados divulgados junto à campanha, as configurações disponíveis são as seguintes:

Imagem: Internet
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Preço informado: R$ 12.498,84
iPhone 17 Pro
Cores: prateado, laranja-cósmico ou azul-intenso
Armazenamento: 256 GB, 512 GB ou 1 TB
Preço informado: R$ 11.498,88
Mensagem central e abordagem de amizade
Ao escolher a amizade como tema da canção entoada pelos animais, a Apple articula uma mensagem de união e proximidade, valores tradicionalmente associados ao período natalino. A interrupção súbita do coro, causada pelo sinal do app Buscar, cria um elemento de humor leve, lembrando ao público a importância tecnológica da função de localização sem descaracterizar o tom afetivo da peça.
Estrutura narrativa em detalhe
A construção do roteiro segue um modelo de três atos: exposição, desenvolvimento e resolução. Na exposição, o espectador observa o descuido do proprietário ao deixar o iPhone cair. O desenvolvimento ocorre quando o guaxinim inicia a filmagem e convoca os demais animais para cantar. A resolução se dá com o alerta do Buscar, indicando o retorno iminente do dono. Esse formato conciso mantém a atenção do público e permite que cada elemento — smartphone, marionetes e música — tenha participação clara na trama.
Integração entre produto e storytelling
A filmagem exclusiva com o iPhone 17 Pro, aliada à participação explícita do dispositivo dentro do enredo, demonstra uma integração total entre o objeto anunciado e a história contada. O aparelho não serve apenas como ferramenta de captação, mas também como parte essencial do enredo, pois sua queda, sua câmera e seu alerta de localização movem a ação do início ao fim.
Relevância da trilha inspirada em Flight of the Conchords
A escolha de uma composição inspirada na dupla Flight of the Conchords adiciona um tom de comédia musical característico do trabalho dos artistas neozelandeses. Essa referência estabelece um clima descontraído sem abandonar a temática de fraternidade que orienta a narrativa.
Disponibilização simultânea dos materiais
Tanto o comercial principal quanto o vídeo de bastidores foram divulgados no mesmo período. A estratégia de liberação simultânea facilita o engajamento do público, que pode assistir ao conteúdo final e, em seguida, conhecer detalhes técnicos da produção sem intervalo significativo.
Conclusão factual
Com “A Critter Carol”, a Apple mantém a prática de veicular um filme de fim de ano no feriado de Ação de Graças, enfatiza sua linha iPhone 17 Pro ao registrar todas as imagens com o aparelho e apresenta uma mensagem de amizade interpretada por marionetes. A execução ficou a cargo da TBWAMedia Arts Lab e do diretor Mark Molloy, e a empresa forneceu dados completos sobre cores, capacidades e preços dos modelos iPhone 17 Pro e iPhone 17 Pro Max.

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

