Guia definitivo de celulares bons para fotos: oito opções que se destacam do básico ao topo de linha

Selecionar um celular bom para fotos envolve muito mais do que observar a quantidade de megapixels descrita na caixa. O desempenho real depende de fatores como estabilização de imagem, processamento de software, consistência em cenários noturnos e qualidade da câmera frontal. A partir desses critérios, oito smartphones foram analisados, cobrindo desde o segmento de entrada até modelos premium, todos avaliados com base em testes especializados e em milhares de avaliações de usuários publicadas até dezembro de 2026.

Critérios de avaliação

Para compor a lista, foram considerados quatro pilares: qualidade das fotos em boa iluminação, desempenho em ambientes noturnos, estabilização em vídeo e regularidade entre lente principal, ultrawide e selfie. Itens como alcance de zoom, presença de modos de software dedicados a pouca luz e taxa de aprovação de consumidores também pesaram. Os preços citados refletem levantamentos realizados em dezembro de 2026 e podem variar conforme promoções ou disponibilidade de estoque.

Moto G35 (256 GB)

Posicionado como a opção mais acessível da seleção, o Moto G35 parte de R$ 1.147. O conjunto fotográfico é liderado por um sensor principal de 50 MP com abertura f/1.8 e gravação em 4K a 30 fps. A lente ultrawide de 8 MP amplia o campo de visão e a câmera frontal de 16 MP cobre selfies em Full HD. Recursos de software como Night Vision e Quad Pixel auxiliam em baixa luz, embora a ausência de estabilização óptica limite capturas noturnas com muita movimentação.

Entre mais de 50 mil avaliações de usuários, o dispositivo registra média de 4,8 estrelas, reforçando percepção de bom custo-benefício. Comentários positivos destacam nitidez em fotografias diurnas e a tela de 6,7 polegadas com 120 Hz, enquanto observações negativas citam consumo de bateria acima do esperado em uso intenso e queda de desempenho com vários aplicativos abertos.

Galaxy A36 (256 GB)

Encontrado a partir de R$ 1.795, o Galaxy A36 apresenta sensor principal de 50 MP com estabilização óptica, elemento que reduz borrões em fotos noturnas e vídeos gravados em movimento. Completa o sistema uma ultrawide de 8 MP, um sensor auxiliar de 5 MP e câmera frontal de 12 MP. O dispositivo grava em 4K a 30 fps, desempenho adequado para redes sociais.

O aparelho utiliza tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com 120 Hz, favorecendo a visualização de fotos e edição rápida. Usuários atribuem média de 4,8 estrelas, elogiando fluidez do sistema e qualidade do display. As menções negativas concentram-se em aquecimento durante tarefas pesadas e em consumo de bateria quando o brilho fica elevado.

Motorola Edge 60 Fusion (256 GB)

Subindo um degrau em preço — a partir de R$ 1.801 — o Edge 60 Fusion emprega sensor Sony LYTIA 700C de 50 MP acompanhado de ultrawide de 13 MP (120°). A proposta inclui cores mais fiéis, reforçadas pela certificação Pantone. O modo Night Vision automático atua em baixa luz, e a câmera frontal de 32 MP grava em 4K.

Em avaliações, o modelo soma 4,7 estrelas. Pontos positivos recorrentes: design leve, tela pOLED de 6,7 polegadas com resolução superior ao Full HD+ e desempenho fluido inclusive em jogos. Críticas pontuais referem-se ao pós-processamento de imagens e ao maior consumo de bateria em cenários específicos. Alguns compradores também relatam manuseio menos prático por causa das bordas curvas.

Xiaomi 14T (512 GB)

Com preço inicial de R$ 3.218, o Xiaomi 14T adota parceria com a Leica no desenvolvimento das câmeras. O sensor principal Sony IMX906 de 50 MP (f/1.7) atua ao lado de uma teleobjetiva de 50 MP com zoom óptico de 2x e de uma ultrawide de 12 MP. Na frente, 32 MP cuidam das selfies.

Modos Leica Autêntico e Leica Vibrante permitem escolher entre cores realistas ou mais saturadas. Testes especializados apontaram equilíbrio de nitidez, alcance dinâmico amplo e bom controle de ruído à noite. Entre compradores, a média é de 4,7 estrelas; elogios concentram-se no desempenho fluido e na qualidade das lentes. Críticas mais frequentes mencionam menor autonomia de bateria em alguns cenários e necessidade de adaptador para o carregador que acompanha determinadas unidades.

Galaxy S25 Ultra (256 GB)

Referência da categoria premium Android, o Galaxy S25 Ultra custa a partir de R$ 6.326. O sensor principal de 200 MP (f/1.7) vem acompanhado por ultrawide de 50 MP e duas teleobjetivas — 10 MP (3x) e 50 MP (5x) — garantindo múltiplos enquadramentos com zoom óptico. O aparelho grava em até 8K.

Usuários atribuem 4,9 estrelas ao modelo, destacando fotos noturnas acima da média, desempenho em jogos e tela AMOLED Dinâmico 2X de 6,9 polegadas com tratamento antirreflexo. Relatos de aquecimento aparecem durante uso prolongado de recursos avançados de IA, e o preço é visto como barreira por parte do público.

Motorola Razr 60 Ultra (1 TB)

Único dobrável da lista, o Razr 60 Ultra tem valor a partir de R$ 7.199. O formato flip favorece selfies com a câmera principal de 50 MP, que inclui estabilização óptica. A lente secundária de 50 MP assume funções ultrawide e macro. A tela externa de 4 polegadas serve como visor para enquadramento, enquanto o painel interno pOLED de 7 polegadas atinge 165 Hz.

A amostra inicial de avaliações soma 4,6 estrelas, com destaque para desempenho veloz e resultado consistente das câmeras em diversas iluminações. Pontos de atenção relatam limitações de alguns aplicativos na tela externa e dificuldade para encontrar acessórios de proteção compatíveis.

iPhone 16 Pro (256 GB)

Custando a partir de R$ 8.000, o iPhone 16 Pro combina sensor principal de 48 MP, ultrawide também de 48 MP e teleobjetiva periscópica que alcança zoom óptico de 5x. No vídeo, o aparelho grava em 4K Dolby Vision a 120 fps, possibilitando câmera lenta com ampla latitude de cor. O chip A18 Pro garante desempenho estável e a construção em titânio confere resistência sem aumento significativo de peso.

Com média de 4,9 estrelas, compradores elogiam fluidez do sistema, qualidade do acabamento e consistência das fotos em qualquer lente. As poucas críticas se concentram no preço elevado e na ausência de slot para chip físico.

iPhone 17 Pro Max (256 GB)

Fechando a seleção, o iPhone 17 Pro Max parte de R$ 11.249 e foca em recursos profissionais. Os três sensores de 48 MP incluem teleobjetiva periscópica que agora oferece zoom óptico de 8x. A abertura f/1.6 da câmera principal melhora captação de luz, e vídeos podem ser gravados em 4K a 120 fps com suporte a ProRes RAW e Apple Log 2.

O processador A19 Pro em 3 nm, a tela OLED de 6,9 polegadas com pico de 3.000 nits e a promessa de até 37 horas de reprodução de vídeo formam o pacote técnico. Avaliações iniciais registram 4,6 estrelas, citando potente conjunto de câmeras, longa autonomia de bateria e design mais leve. As reclamações giram em torno do custo e de questões logísticas no processo de entrega.

Resumo dos perfis de uso

— Consumidores que priorizam preço baixo e boa nitidez diurna encontram no Moto G35 a opção mais equilibrada.
— Quem busca estabilização óptica na faixa até R$ 2 mil pode considerar o Galaxy A36.
— Usuários interessados em selfies detalhadas e tela pOLED avançam para o Edge 60 Fusion.
— Fotógrafos móveis que valorizam parceria de marca em lentes podem optar pelo Xiaomi 14T.
— O Galaxy S25 Ultra entrega o leque mais amplo de lentes para quem precisa de versatilidade.
— Adeptos de formato flip e criatividade em ângulos encontram no Razr 60 Ultra um diferencial.
— Para gravação de vídeo com cores de cinema, o iPhone 16 Pro oferece solução completa.
— Entusiastas que desejam zoom óptico mais longo e recursos de produção profissional têm no iPhone 17 Pro Max o modelo mais avançado da lista.

Com estes oito aparelhos, o mercado apresenta soluções que atendem desde registros simples do dia a dia até fluxos de produção audiovisual intensivos, sempre com base em testes práticos e avaliações reais de consumidores coletadas até dezembro de 2026.

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