Apple Music revelou o trailer oficial do Super Bowl LX Apple Music Halftime Show, apresentação que ocorrerá em 8 de fevereiro, data da final da atual temporada da National Football League (NFL). O vídeo destaca Bad Bunny, um dos artistas mais ouvidos do planeta e referência do reggaeton porto-riquenho, que comandará o espetáculo musical no intervalo da decisão que será realizada no Levi’s Stadium, em Santa Clara, Califórnia.
Divulgação do trailer nas plataformas da empresa
A peça promocional foi publicada pelo serviço de streaming musical da Apple e também compartilhada no perfil da plataforma no Instagram. O material apresenta Bad Bunny dançando ao lado de pessoas de diferentes origens e estilos, recurso visual que evidencia a abrangência global de sua música e reforça a mensagem de que o show pretende envolver públicos variados. A estratégia de difusão do trailer concentra-se, portanto, em canais digitais de grande alcance, ampliando a visibilidade do evento e estimulando a audiência a acompanhar o Halftime Show.
O lançamento do vídeo funciona como o primeiro contato oficial do público com a estética e o clima que deverão dominar a apresentação. Ao utilizar redes sociais e a própria plataforma de streaming, a Apple valoriza a instantaneidade da comunicação on-line e estabelece uma conexão direta com milhões de assinantes e seguidores. Essa distribuição, baseada em publicações simultâneas, maximiza o engajamento e antecipa a ansiedade do público para o dia da final.
Bad Bunny no centro das atenções
O artista escolhido para liderar o espetáculo é Bad Bunny, vencedor de três prêmios Grammy e doze prêmios Grammy Latino. Esses números reforçam a relevância do cantor na indústria fonográfica global. Além do reconhecimento formal, ele figura consistentemente entre os músicos mais escutados em plataformas digitais, cenário que o qualifica para comandar um palco que costuma atrair atenção mundial durante o intervalo do Super Bowl.
No trailer, Bad Bunny surge rodeado de dançarinos e de membros do público com vestimentas diversas, representando a multiplicidade de fãs que acompanham sua carreira. A breve sequência coreografada sugere a energia que se espera do espetáculo completo. Ao posicionar o artista como protagonista absoluto, a Apple Music associa sua própria marca à popularidade e à força cultural do reggaeton, gênero que Bad Bunny ajudou a popularizar ainda mais em escala internacional.
Estrutura do Halftime Show
O Super Bowl LX Apple Music Halftime Show está programado para ocorrer durante o intervalo da partida final da NFL em 8 de fevereiro. Esse momento tradicionalmente concentra grande audiência televisiva e on-line, fator que transforma a apresentação em vitrine para o artista escalado e para a marca patrocinadora. A Apple, que dá nome ao espetáculo, utiliza o evento como plataforma de divulgação do Apple Music, seu serviço de streaming musical.
Ao anunciar oficialmente a data e exibir o material promocional, a organização do Halftime Show estabelece as bases logísticas para a performance. Ainda que o trailer não revele detalhes de cenografia ou repertório, a produção sinaliza que o foco estará na dança e na celebração coletiva, coerente com o ritmo característico de Bad Bunny. A frase de divulgação — que enfatiza que “o mundo vai dançar” em 8 de fevereiro — resume a expectativa de que a apresentação desencadeie uma experiência contagiante para o público presente no estádio e para os telespectadores ao redor do globo.
Página temática “Bad Bunny: a trajetória até o Halftime Show”
Como parte da preparação para o evento, o Apple Music liberou em sua plataforma uma seção dedicada intitulada “Bad Bunny: a trajetória até o Halftime Show”. Nessa página, os usuários encontram playlists selecionadas, faixas populares do artista e conteúdos complementares que contextualizam o caminho percorrido até a apresentação no Super Bowl LX. Ao disponibilizar esse hub, o serviço cria um espaço de imersão para os assinantes revisitarem a discografia do músico e permanecerem conectados à contagem regressiva para 8 de fevereiro.
O agrupamento de playlists oferece curadoria focada em diferentes momentos da carreira do cantor, evidenciando sucessos que contribuíram para seus prêmios e seu reconhecimento mundial. Esse recurso reforça a estratégia de fidelizar ouvintes antigos e de converter curiosos em novos assinantes, uma vez que toda a coleção é difundida diretamente dentro do ecossistema do Apple Music.
Local da final da NFL: Levi’s Stadium
A partida derradeira da temporada da NFL e o Halftime Show ocorrerão no Levi’s Stadium, situado em Santa Clara, estado da Califórnia, nos Estados Unidos. O local abriga equipes esportivas e já recebeu eventos de grande porte, conferindo infraestrutura adequada para espetáculos simultâneos ao jogo. A escolha do estádio cria o cenário físico para a experiência ao vivo, reunindo torcida, atletas e espectadores que aguardam o show musical durante o intervalo.

Imagem: Divulgação/Apple
Para o público remoto, o Levi’s Stadium funciona também como elemento visual do evento, uma vez que as transmissões costumam explorar o ambiente ao redor e a arquitetura do local. O estádio, portanto, integra a narrativa de divulgação do trailer e estabelece a geografia do Halftime Show, situando Bad Bunny, Apple Music e NFL em uma mesma moldura simbólica.
Catálogo e recursos oferecidos pelo Apple Music
O Apple Music destaca, em seu material institucional, um catálogo com mais de 100 milhões de músicas e aproximadamente 30 mil playlists. Muitas dessas faixas contam com suporte a Áudio Espacial por meio da tecnologia Dolby Atmos, recurso que proporciona sensação de som tridimensional sem a necessidade de hardware específico. Além disso, o serviço oferece gravações em altíssima definição, por meio de áudio Lossless, que preserva a qualidade original dos arquivos de estúdio.
Para fãs de música clássica, a empresa mantém um aplicativo dedicado com mais de 5 milhões de faixas, apresentado em interface simplificada. A iniciativa atende a um público especializado que busca organização exclusiva por compositores, obras e intérpretes. Assim, o Apple Music amplia seu alcance e demonstra compromisso com nichos específicos de audição, enquanto mantém a experiência integrada ao seu portfólio principal.
Ao associar esses atributos técnicos ao patrocínio do Halftime Show, a Apple reforça a ideia de que a plataforma não apenas distribui conteúdo, mas o faz com qualidade de áudio avançada. A menção ao Áudio Espacial e ao Lossless nos materiais de comunicação indica que os espectadores podem, inclusive, ouvir faixas de Bad Bunny nesses formatos e simular parte da imersão do espetáculo em casa ou em dispositivos compatíveis.
Planos de assinatura disponíveis no Brasil
No mercado brasileiro, o Apple Music opera com três modalidades de assinatura. A opção Universitária, voltada a estudantes universitários elegíveis, custa R$ 11,90 por mês. O plano Individual, destinado ao usuário padrão, tem valor mensal de R$ 21,90. Já a assinatura Familiar, que permite o compartilhamento do serviço entre integrantes de um mesmo grupo de Compartilhamento Familiar, é oferecida por R$ 34,90 mensais.
Para novos usuários, há a possibilidade de testar o serviço gratuitamente durante o período inicial de um mês. Essa prática busca reduzir barreiras de entrada e incentivar a experimentação dos recursos de áudio de alta qualidade e da vasta biblioteca musical. A proximidade do Halftime Show cria ainda um incentivo adicional para que interessados façam o teste, conheçam o catálogo de Bad Bunny e acompanhem os preparativos para a apresentação.
Apple Music dentro do pacote Apple One
Além da contratação avulsa, o Apple Music integra o Apple One, conjunto de assinaturas da companhia que reúne vários serviços em um único pagamento mensal. A inclusão no pacote oferece conveniência a quem já utiliza outras soluções do ecossistema Apple, possibilitando economia em comparação à contratação separada. A presença do streaming musical nesse combo reforça o objetivo de consolidar clientes em um ambiente unificado de produtos e, ao mesmo tempo, torna o acesso ao catálogo mais atrativo.
O patrocínio do Halftime Show e o foco na divulgação de Bad Bunny operam, portanto, como extensão dessa estratégia: quanto maior o interesse pelo evento, maior a chance de expansão da base de assinantes, seja em planos isolados, seja por meio do Apple One. A aproximação entre a experiência de entretenimento ao vivo e as ofertas de assinatura complementa o ciclo de consumo proposto pela empresa.

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

