O iPhone 17, modelo de entrada da Apple, foi o grande vencedor da edição 2025 do “Smartphone Awards”, iniciativa anual conduzida pelo YouTuber Marques Brownlee (MKBHD). O aparelho recebeu simultaneamente as distinções de “maior evolução” e “smartphone do ano”, eclipsando concorrentes diretos como o Galaxy S25, da Samsung, e a linha Pixel, do Google. A avaliação de Brownlee atribuiu o resultado a um conjunto de avanços que, pela primeira vez, permitiram classificar o modelo básico como um telefone completo.
Quem são os protagonistas
MKBHD, criador de conteúdo focado em tecnologia, hospeda anualmente uma premiação em que reúne impressionantes métricas de audiência e influência no mercado. De um lado, está o analista que consolida, em vídeo, suas percepções sobre o portfólio de smartphones do último ano. Do outro, a Apple figura como fabricante com múltiplas presenças na lista de vencedores — algumas positivas, outras negativas. Além do iPhone 17, os aparelhos iPhone 17 Pro, iPhone Air e iPhone 16e também foram citados em diferentes categorias.
O que levou o iPhone 17 ao topo
Na justificativa divulgada, Brownlee ressaltou três pilares que transformaram a experiência oferecida pelo iPhone 17:
1. Taxa de atualização de 120 Hz: a tela ganhou fluidez notável, aproximando o modelo de entrada às variantes premium que já utilizavam painéis com maior frequência de atualização.
2. Armazenamento base em dobro: a configuração inicial passou a oferecer capacidade ampliada, eliminando a necessidade imediata de upgrades pagos para usuários que consomem mais espaço.
3. Câmera frontal aprimorada: a lente de selfie recebeu melhorias que, segundo Brownlee, posicionam o dispositivo como opção confiável tanto para imagens estáticas quanto para vídeo.
Com esses três ajustes, o aparelho rompeu limitações apontadas em gerações anteriores e conquistou a percepção de produto “completo”, termo utilizado pelo próprio apresentador para sintetizar o salto obtido.
Como o iPhone 17 superou os rivais diretos
O comparativo estabelecido no vídeo enfatizou a relação custo-benefício quando oposta ao Galaxy S25 e à versão de entrada do Pixel. Embora ambos também pertençam à categoria dos flagships mais acessíveis de suas marcas, Brownlee avaliou que o conjunto de especificações do iPhone 17, aliado ao preço praticado, apresentou melhor equilíbrio. Nesse sentido, recursos antes restritos à gama superior — como a tela de 120 Hz — foram determinantes para definir a balança em favor da Apple.
Contraponto: o iPhone 16e como decepção do ano
Se o iPhone 17 concentrou feitos positivos, o iPhone 16e ocupou o extremo oposto como “decepção do ano”, única categoria negativa do evento. O título foi atribuído a uma soma de escolhas consideradas controversas:
• Câmera única: a ausência de um módulo adicional limitou a versatilidade fotográfica.
• Opções de cor restritas: o consumidor fica restrito a apenas duas variantes, branco ou preto.
• Falta de Wi-Fi 6E/7 e MagSafe: tecnologias presentes em outros modelos da mesma faixa ficaram de fora.
• Preço acima do esperado: segundo Brownlee, o valor cobrado não compensou as ausências listadas.
O contraste interno da linha — com o iPhone 17 recebendo elogios e o iPhone 16e sendo alvo de críticas — expôs a diversidade de estratégias adotadas pela Apple em 2025 e evidenciou que decisões de corte de recursos podem impactar diretamente a percepção do público especializado.
Design em evidência: o reconhecimento ao iPhone Air
A categoria “melhor design” consagrou o iPhone Air. O aparelho, embora não tenha alcançado o volume de vendas idealizado, foi exaltado pela construção ultrafina e pela pegada confortável, descrita como “inconfundível” por Brownlee no momento da premiação. O reconhecimento mostra que atributos estéticos permanecem relevantes, mesmo quando limitações técnicas restringem o interesse de usuários avançados.
Os holofotes sobre câmeras: iPhone 17 Pro versus OPPO Find X9 Pro
No segmento de fotografia e videografia, o iPhone 17 Pro recebeu menção significativa, mas não levou o troféu. A vitória ficou com o OPPO Find X9 Pro, apontado como referência em qualidade de imagem. Ainda assim, Brownlee destacou a evolução do modelo Pro da Apple, descrevendo-o como o dispositivo a ser superado quando o foco recai especificamente em vídeo. A observação revela que, mesmo sem o prêmio, a Apple conseguiu elevar seu patamar em um quesito sensível para consumidores que valorizam produção audiovisual móvel.
Especificações e preços da família premiada
Para contextualizar o posicionamento comercial dos aparelhos citados, são listadas abaixo as configurações divulgadas:

Imagem: de Mehaniq/Deposits
iPhone 17 Pro Max
Cores: prateado, laranja-cósmico, azul-intenso
Armazenamento: 256 GB, 512 GB, 1 TB ou 2 TB
Preço: R$ 12.498,84
iPhone 17 Pro
Cores: prateado, laranja-cósmico, azul-intenso
Armazenamento: 256 GB, 512 GB ou 1 TB
Preço: R$ 11.269,02
iPhone Air
Cores: azul-céu, dourado-claro, branco-nuvem ou preto espacial
Armazenamento: 256 GB, 512 GB ou 1 TB
Preços informados: R$ 8.947,78 e R$ 10.498,92
iPhone 17
Cores: lavanda, sálvia, azul-névoa, branco ou preto
Armazenamento: 256 GB, 512 GB ou 1 TB
Preço: R$ 7.998,84
iPhone 16e
Cores: branco ou preto
Armazenamento: 128 GB, 256 GB ou 512 GB
Preço: R$ 4.110,00
Categoria, processo e critérios da premiação
A dinâmica do “Smartphone Awards” consiste em categorizar os lançamentos do ano em quesitos como atualização, valor geral, design, câmera e decepção. Para 2025, ao menos cinco categorias receberam aparelhos da Apple, indicativo da forte presença da empresa no portfólio global. A distribuição dos prêmios foi a seguinte:
• Maior evolução: iPhone 17
• Smartphone do ano: iPhone 17
• Melhor design: iPhone Air
• Melhor câmera: OPPO Find X9 Pro (menção ao iPhone 17 Pro)
• Decepção do ano: iPhone 16e
O método de avaliação, segundo o próprio apresentador, combina testes práticos e impressões baseadas em uso prolongado, embora critérios específicos não tenham sido divulgados em detalhes no conteúdo original aqui resumido.
Impacto para consumidores e mercado
Do ponto de vista do comprador que acompanha as discussões tecnológicas, a coroação do iPhone 17 como opção de maior valor agregado gera efeito perceptível. A recomendação de Brownlee, figura de alta credibilidade entre entusiastas, serve como validação para usuários indecisos e pode influenciar decisões de aquisição, sobretudo entre aqueles que priorizam balanço entre preço e recursos.
Em outra vertente, a crítica ao iPhone 16e sinaliza risco para fabricantes que optam por aparar funcionalidades sem ajustar o preço de maneira proporcional. A menção negativa, ainda que isolada, tende a reverberar em debates sobre estratégia de portfólio e posicionamento de entrada no segmento.
Nota de transparência mencionada na publicação original
O texto que serviu de base para este artigo indicou que a página responsável pela divulgação dos dados recebe comissão em compras efetuadas por meio de links disponibilizados ao leitor, sem incidência de custo extra para o consumidor.
Com base nos elementos acima, o “Smartphone Awards” de 2025 consolidou o iPhone 17 como símbolo de progresso na linha principal da Apple, evidenciou a ousadia de design no iPhone Air e expôs fragilidades no iPhone 16e. A repercussão dos prêmios reforça o peso da avaliação especializada em um cenário de concorrência cada vez mais acirrada.

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
No blog CELULAR NA MÃO, partilho críticas, guias e curiosidades, celebrando a comunidade gamer e tudo o que torna o mundo dos jogos e tecnologia tão fascinante.

