iPhone 17 Pro Max perde para 16 Plus em teste de bateria. O topo de linha lançado pela Apple em setembro registrou 17 h 58 min de uso ativo no ensaio do site GSM Arena, mas não superou o antecessor iPhone 16 Plus, que alcançou 18 h 49 min.
O portal especializado submeteu o novo aparelho a um roteiro padronizado de chamadas, redes sociais, streaming de vídeos e jogos. Mesmo com a maior bateria física já embarcada em um iPhone — estimada em 4.832 mAh na versão SIM e 5.088 mAh no modelo eSIM —, a autonomia ficou aquém da geração anterior.
iPhone 17 Pro Max perde para 16 Plus em teste de bateria
Nos testes de vídeo, o iPhone 17 Pro Max brilhou: foram 25 h 41 min de reprodução contínua. Em ligações de voz, o smartphone manteve 24 h 26 min, enquanto o uso intenso de redes sociais chegou a 15 h 33 min. Já em sessões de jogos, o tempo caiu para 12 h 08 min, resultado ainda consistente, mas insuficiente para o primeiro lugar.
Comparativo com outros modelos da Apple
O ranking de bateria do GSM Arena mostra que o iPhone 16 Plus segue na frente, reforçando seu status de “campeão silencioso” da família. Logo abaixo aparecem:
• iPhone 17 Pro Max – 17 h 58 min
• iPhone 16 Pro Max – 17 h 18 min
• iPhone 15 Plus – 16 h 33 min
• iPhone 15 Pro Max – 16 h 01 min
Outro integrante da linha 2025, o iPhone 17, marcou 14 h 59 min, desempenho que o coloca no mesmo patamar de rivais como Galaxy S25 Ultra e Galaxy A16. Os números indicam uma evolução gradual da Apple, mas também revelam espaço para melhorias, sobretudo para quem joga ou usa redes sociais intensivamente.
Modelos vendidos oficialmente no Brasil com boa autonomia
Para quem busca longa duração de bateria sem recorrer a importação, o ranking lista opções disponíveis no varejo nacional. Além dos iPhones citados, ganham destaque:
• Realme GT 7 – 21 h 06 min
• RedMagic 9 Pro – 17 h 38 min
• Realme GT 7 Pro – 17 h 31 min
• RedMagic 10 Pro – 17 h 13 min
• Oppo Reno 13 – 16 h 50 min

Imagem: Internet
Por que o 17 Pro Max não lidera?
A Apple não divulga oficialmente a capacidade em mAh, priorizando métricas de horas de uso. Ainda assim, o tamanho físico maior da bateria não garantiu vantagem. A diferença pode estar em calibração de software, otimização de chip ou mesmo no painel de 120 Hz, que tende a consumir mais energia em determinadas situações.
Embora a marca tenha melhorado a eficiência ano a ano, o resultado do iPhone 17 Pro Max sugere que a Apple precisa refinar ainda mais o gerenciamento energético para retomar a liderança absoluta em autonomia, um diferencial cada vez mais valorizado pelo público.
Quer saber como a geração anterior se comporta no dia a dia? Confira nosso review completo do iPhone 16 Plus para entender por que ele continua referência em bateria.
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Com informações de TechTudo

Paulistano apaixonado por tecnologia e videojogos desde criança.
Transformei essa paixão em análises críticas e narrativas envolventes que exploram cada universo virtual.
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