Melhor celular chinês: comparação Xiaomi, JOVI e rivais

Melhor celular chinês virou a dúvida de quem se depara, nas prateleiras brasileiras, com opções da Xiaomi, JOVI, realme, OPPO e Honor. As cinco fabricantes reforçaram os portfólios locais entre 2024 e 2025, focando em modelos básicos e intermediários para atrair consumidores que buscam custo-benefício.

Embora os catálogos sejam amplos, diferenças de presença física, preço, garantia e até política de software podem pesar na decisão de compra.

Melhor celular chinês: comparação Xiaomi, JOVI e rivais

A seguir, veja um raio-x de cada marca, seus principais destaques e para quem cada linha é indicada.

Presença no Brasil

A Xiaomi mantém a operação mais robusta, com lojas físicas e parceria de importação com a DL Eletrônicos. Já realme, OPPO e Honor apostam em vendas on-line e quiosques pontuais; a realme montou fábrica em Manaus. A JOVI, braço local da vivo, estreou com linha de montagem própria e cinco lançamentos desde maio de 2025.

Linhas de celulares por fabricante

Xiaomi: Redmi (entrada e intermediário), POCO (intermediário premium para jogos), Mix (inovações de design) e a série principal Xiaomi, que engloba topos de linha como o 15 Ultra.

realme: Number Series domina o Brasil; a série GT traz “flagship killers” e a linha C cobre o segmento de entrada.

OPPO: linha A (básicos), Reno (intermediários) e Find (premium, ainda ausente por aqui).

Honor: série X (básica), numerada (intermediária) e Magic, que inclui o dobrável Magic V3 de R$ 19.999.

JOVI: série Y (entrada), V (intermediários como o V50) e as linhas X e IQOO voltadas a fotografia avançada e performance para jogos.

Faixa de preço

No nível de entrada, o realme Note 60 parte de R$ 700, enquanto o Xiaomi Redmi 14C, com 8 GB de RAM, gira entre R$ 800 e R$ 900. O Honor X7C custa próximo de R$ 1.190 e entrega bateria de 6.000 mAh. JOVI e OPPO ficam acima, com valores menos competitivos nessa faixa.

No segmento intermediário, Redmi Note 14 Pro 5G (câmera de 200 MP) sai por cerca de R$ 1.800, e o realme 14, focado em games, não passa de R$ 2.100. Já JOVI V50, Honor Magic 7 Lite e OPPO Reno 13 puxam para R$ 4.000 a R$ 4.700, oferecendo câmeras ZEISS, RAM de até 12 GB e certificação IP.

Suporte e garantia

Todas as marcas asseguram pelo menos 12 meses de garantia em compras oficiais; a OPPO oferece dois anos para smartphones. A JOVI introduziu o “Pacote 5 Estrelas” para a linha V: um ano contra acidente de tela, dois anos de garantia completa, três anos de capa e película, quatro de bateria e cinco de revisão técnica.

Interface e experiência de uso

HyperOS (Xiaomi), ColorOS (OPPO), realme UI, MagicOS (Honor) e FuntouchOS da JOVI partem do Android, mas variam em recursos. HyperOS foca em IA e integração de ecossistema, enquanto ColorOS é reconhecida pela fluidez e por gestos sem toque. Usuários realme contam com o AI Smart Loop, e o MagicOS traz a Cápsula Mágica para atalhos dinâmicos.

Política de atualização de software

Celulares de entrada recebem de um a dois anos de atualizações; intermediários, até três; e topos de linha, quatro. A exceção é a Honor, que prometeu sete anos para futuras gerações da série Magic, igualando Samsung e Apple.

Inovação

Parcerias com Leica (Xiaomi) e ZEISS (JOVI) elevam a fotografia. A realme exibiu carregamento SuperSonic de 320 W, capaz de encher a bateria em 4 min 30 s. A OPPO domina o SuperVOOC e experimenta lentes retráteis, enquanto a Honor investe em designs diferenciados para câmeras.

Reputação e comunidade

No Reclame Aqui, realme lidera com 7,8/10. OPPO registra 6,1/10. Honor e Xiaomi dividem atendimento com a DL e aparecem como “Não recomendadas”, com 4,1/10. A JOVI ainda não possui nota, mas marca 100 % das reclamações como solucionadas.

Para quem cada marca é ideal?

Usuário casual: Xiaomi e realme entregam boa interface, desempenho equilibrado e preço acessível.

Gamers: linha POCO da Xiaomi reúne processadores velozes, telas de alta frequência e sistemas de resfriamento.

Fotografia: Xiaomi (Leica) e JOVI (ZEISS) se destacam; OPPO Find é opção premium quando chegar oficialmente.

Economia: realme C e Redmi oferecem o melhor custo-benefício para quem quer gastar pouco.

Qual escolher?

A decisão sobre o melhor celular chinês passa por orçamento, prioridade de uso e nível de suporte desejado. Xiaomi e realme surgem como escolhas seguras para quem busca preço competitivo e assistência consolidada, enquanto JOVI, OPPO e Honor miram públicos específicos, dispostos a pagar mais por design, câmera ou inovação.

Se ainda estiver em dúvida, vale acompanhar a evolução dessas marcas no mercado nacional e ficar atento às futuras remessas de modelos premium.

Quer aprofundar a pesquisa? Veja também nosso comparativo recém-publicado em Aparelhos, com testes de desempenho e câmeras.

Com informações de TechTudo

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