Guia de celulares top de linha em fevereiro de 2026: cinco modelos que lideram desempenho e câmera

Os smartphones de categoria premium concentram os componentes mais avançados disponíveis na indústria móvel, reunindo processadores de alta frequência, sensores fotográficos sofisticados e telas capazes de exibir taxas de atualização elevadas. Em fevereiro de 2026, período que antecede tradicionalmente novos anúncios no segmento, cinco modelos se destacam no mercado brasileiro pelas pontuações obtidas em sites de benchmark, pela adoção de recursos de ponta e pelos preços praticados em grandes varejistas on-line. Os aparelhos avaliados pertencem a marcas consolidadas – Apple, Xiaomi, Samsung e Motorola – e atendem a perfis variados de uso, do consumidor que privilegia fotografia ao entusiasta de jogos exigentes.

Critérios utilizados para selecionar os modelos

A escolha dos dispositivos envolve a análise de bases independentes de medição de desempenho e qualidade de imagem. Entre elas, DXOMark (câmera e display), AnTuTu (processamento), GSMArena (avaliação geral) e rankings internos produzidos a partir de testes práticos. O comparativo considera ainda preço no varejo nacional durante a verificação realizada em fevereiro de 2026. Dessa maneira, constam na lista os telefones que, simultaneamente, exibem notas elevadas nos benchmarks mencionados e permanecem disponíveis para compra em território brasileiro.

Atributos essenciais em um celular topo de linha

Seis frentes técnicas norteiam a avaliação dos especialistas:

Conjunto fotográfico – quantidade de lentes, resolução de cada sensor, presença de zoom óptico, abertura de diafragma e possibilidade de gravação em 8K.

Memória interna – capacidade de armazenamento influencia a instalação de aplicativos pesados e a guarda de vídeos de alta resolução.

Qualidade visual – tipo de painel (OLED, AMOLED ou pOLED), resolução nominal, taxa de atualização e suporte a padrões como HDR.

Bateria – amperagem em miliampère-hora (mAh) e compatibilidade com carregamento rápido ou sem fio.

Desempenho – frequência do processador, quantidade de núcleos, arquitetura e volume de memória RAM.

Resistência – acabamento dos materiais, certificações de proteção contra água e poeira (IP) e robustez de partes móveis, quando existentes.

Modelos mais bem avaliados em fevereiro de 2026

A seguir, o detalhamento técnico e os principais diferenciadores de cada aparelho selecionado.

Xiaomi 15T Pro (512 GB)

Lançado em outubro de 2025 no Brasil, o Xiaomi 15T Pro incorpora o chip Dimensity 9.400+, que opera em média a 3,7 GHz, aliado a 12 GB de RAM. O dispositivo recebeu 149 pontos no DXOMark para fotografia, ocupando a 30ª colocação global. O trio de câmeras traseiras leva assinatura da Leica: sensor principal de 50 MP (abertura f/1.62), telefoto de 50 MP com zoom óptico de 5x (f/3.0) e ultrawide de 12 MP. A gravação alcança 8K na traseira e 4K a 30 fps na frontal de 32 MP. Na GSMArena, soma 4,4 estrelas, classificado como “flagship killer” em razão do custo inferior aos concorrentes diretos. O painel pOLED mede 6,83 polegadas, exibe resolução de 2.772 × 1.280 pixels (1,5K) e integra o sistema Android 15. O corpo traz certificação IP68 contra imersão em água doce e abriga bateria de 5.500 mAh com recarga rápida e indução sem fio. A verificação de preços apontou valor de R$ 5.720 em fevereiro de 2026.

Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB)

Disponível desde janeiro de 2025, o Galaxy S25 Ultra combina o processador Snapdragon 8 Elite for Galaxy (até 4,47 GHz) a 12 GB de RAM. O celular ocupa a 26ª posição no ranking de câmeras da DXOMark (151 pontos) e detém 160 pontos em display, segundo melhor índice mundial. O conjunto fotográfico inclui quatro sensores traseiros: principal de 200 MP, teleobjetiva de 50 MP, teleobjetiva secundária de 10 MP e ultrawide de 50 MP; a câmera frontal possui 12 MP. A tela AMOLED Dinâmico 2X tem 6,9 polegadas, resolução Quad HD+ (3.120 × 1.440 pixels) e atualização de 120 Hz. Outros aspectos abrangem bateria de 5.000 mAh, certificação IP68 e sistema Android 15. O aparelho acumulou 2.898.615 pontos no AnTuTu, situando-se em 18º lugar no comparativo de desempenho. Durante a pesquisa de preços, foi encontrado por R$ 6.799. A fabricante prevê sete anos de atualizações de software.

Motorola Razr 60 Ultra (1 TB)

Lançado em maio de 2025, o Razr 60 Ultra destaca-se por empregar formato dobrável do tipo flip e memória interna de 1 TB. O dispositivo apresenta duas telas pOLED: painel principal de 7 polegadas com resolução 2.992 × 1.224 pixels (HDR10+) e brilho máximo de 4.500 nits, além de visor externo de 4 polegadas em Full HD+ (1.272 × 1.080 pixels). O processador Snapdragon 8 Elite possui dois núcleos de até 4,32 GHz, trabalhando em conjunto com 16 GB de RAM. No segmento fotográfico, são dois sensores traseiros: principal de 50 MP e híbrido (macro/ultrawide) de 50 MP com zoom digital de 30x e gravação 8K. A bateria contabiliza 4.700 mAh e aceita carregamento rápido TurboPower de 68 W. O telefone ostenta dobradiças de titânio reforçado, certificação IP48 e sistema Android 15. No GSMArena, ostenta 4,4 estrelas. O preço apurado em fevereiro foi de R$ 7.199. A Motorola garante quatro anos de patches de segurança.

Samsung Galaxy Z Fold7 (512 GB)

Chegado ao país em junho de 2025, o Galaxy Z Fold7 é o mais fino dobrável da Samsung, com 8,9 milímetros de espessura em estado fechado. A tela interna AMOLED Dinâmico 2X mede 8 polegadas (2.520 × 1.080 pixels) e opera a 120 Hz; o display externo tem 6,5 polegadas. O hardware principal baseia-se no Snapdragon 8 Elite (até 4,45 GHz) e 12 GB de RAM. No módulo traseiro, a lente principal soma 200 MP, acompanhada por ultrawide de 12 MP e telefoto de 10 MP, enquanto duas câmeras frontais de 10 MP completam o conjunto. As filmagens podem ser feitas em 8K. O aparelho possui bateria de 4.400 mAh, proteção IP48 contra respingos e poeira e executa Android 15. Em display, a DXOMark concedeu 155 pontos, colocando-o em 13º lugar geral; em câmeras, acumula 145 pontos. No GSMArena, registra 4,4 estrelas. A Samsung prevê atualizações por sete anos. O preço consultado ficou em R$ 9.739.

iPhone 17 Pro Max (256 GB)

Anunciado em setembro de 2025, o modelo mais robusto da linha iPhone 17 incorpora o chipset A19 Pro, que alcança 4,26 GHz, auxiliado por 12 GB de RAM. O aparelho ostenta bateria de 4.832 mAh e executa o iOS 26. O display Super Retina XDR OLED possui 6,9 polegadas e resolução de 2.868 × 1.320 pixels. O módulo fotográfico recebeu nova disposição horizontal e agora inclui três sensores de 48 MP: principal, ultrawide e periscópico com zoom óptico de 8x, complementados por tecnologias PDAF e OIS. Segundo a DXOMark, o telefone soma 151 pontos em display, ocupando a 26ª posição global, além de reproduzir cores intensas, brilho equilibrado e contraste elevado em diferentes cenários de iluminação. No AnTuTu, atingiu 2.397.131 pontos. A certificação IP68 garante resistência contra água e poeira. O valor encontrado em varejo on-line foi de R$ 11.249 em fevereiro de 2026.

Panorama de preços em fevereiro de 2026

As verificações de valores foram realizadas durante a apuração das informações e, como ocorre em comércio eletrônico, podem variar conforme estoques, promoções sazonais e taxas de câmbio. Os preços listados a seguir representam a menor oferta observada em grandes plataformas de marketplace no momento da coleta:

– Xiaomi 15T Pro (512 GB): R$ 5.720
– Samsung Galaxy S25 Ultra (256 GB): R$ 6.799
– Motorola Razr 60 Ultra (1 TB): R$ 7.199
– Samsung Galaxy Z Fold7 (512 GB): R$ 9.739
– iPhone 17 Pro Max (256 GB): R$ 11.249

Como cada modelo atende perfis de uso específicos

Ao analisar exclusivamente dados disponíveis, observa-se que o Xiaomi 15T Pro oferece equilíbrio entre preço e fotografia, atendendo usuários que buscam registro de imagens detalhadas sem desembolso característico de topos de linha mais caros. O Galaxy S25 Ultra posiciona-se como escolha indicada para quem necessita de processamento elevado aliado a múltiplas lentes, enquanto o Razr 60 Ultra endereça demandas de criadores de conteúdo interessados em design dobrável e ampla capacidade de armazenamento interno. O Galaxy Z Fold7, por sua vez, privilegia experiência de tela expandida, útil para multitarefa e consumo de mídia, e o iPhone 17 Pro Max continua sendo opção para quem se mantém no ecossistema Apple e exige potência bruta, autonomia consistente e câmeras versáteis com zoom periscópico.

Resultados nos benchmarks de referência

Os sites especializados fornecem uma métrica padronizada que facilita a comparação cruzada. Na fotografia, a diferença entre 151 pontos do Galaxy S25 Ultra e 149 do Xiaomi 15T Pro é considerada pequena, indicando excelência de ambos. No display, o Galaxy S25 Ultra registra 160 pontos, superior aos 151 do iPhone 17 Pro Max, enquanto em desempenho bruto o Galaxy S25 Ultra atinge pontuação mais alta no AnTuTu em relação ao iPhone 17 Pro Max. Esses números sinalizam que, mesmo entre os topos de linha, existe variação pontual que pode influenciar decisões de compra conforme a prioridade do usuário.

Atualizações de software e longevidade

Garantia de suporte prolongado é elemento que ganha relevância nos ciclos de troca mais longos. Entre os modelos listados, Samsung promete sete anos de sistema para o Galaxy S25 Ultra e para o Galaxy Z Fold7; Xiaomi informa cinco anos de correções de segurança para o 15T Pro; Motorola menciona quatro anos de patches para o Razr 60 Ultra; e, embora o período exato não tenha sido divulgado na fonte, os iPhones costumam receber atualizações de iOS por período superior a cinco anos, mantendo compatibilidade com novas versões.

Resumo técnico dos principais destaques

Processamento mais veloz – Galaxy S25 Ultra (4,47 GHz) e Galaxy Z Fold7 (4,45 GHz).
Conjunto fotográfico mais amplo – Galaxy S25 Ultra, com sensor de 200 MP e duas teleobjetivas.
Custo inicial mais baixo – Xiaomi 15T Pro, único abaixo da faixa de R$ 6 mil.
Maior capacidade de armazenamento – Razr 60 Ultra, único da lista com 1 TB de fábrica.
Tela interna mais larga – Galaxy Z Fold7, painel de 8 polegadas.

Com base nos dados coletados, os cinco dispositivos cumprem os requisitos que definem um celular topo de linha em 2026: alto poder de processamento, módulos de câmera avançados, telas de elevada resolução e certificações de resistência. A escolha ideal dependerá da predominância de fatores como orçamento, preferência por ecossistema, necessidade de zoom óptico ou valorização de formatos dobráveis.

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